China isenta baterias de íon-sódio de imposto, e a Hina planeja base de 10 GWh para veículos comerciais elétricos
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O Anúncio nº 20 (2026), publicado em 16 de julho pelo Ministério das Finanças, pela Administração Geral das Alfândegas e pela Administração Estatal de Tributação, revisou o imposto de consumo sobre baterias. Desde 1º de setembro de 2026, baterias de íon-lítio especificadas pagam 2%, alíquota que sobe para 4% em 1º de setembro de 2027. Íon-sódio, estado sólido e células a combustível ficam isentos até 31 de dezembro de 2028, desde que cumpram os padrões nacionais aplicáveis.
A isenção não prova que o sódio seja mais barato de produzir. Em 28 de outubro, o carbonato de lítio grau bateria teve média de cerca de 97 mil yuans por tonelada, e as células LFP prismáticas para veículos elétricos ficaram em 0,41 yuan por Wh em 22 de outubro. O ânodo de carbono duro, feito de carvão ou biomassa, exige processamento controlado, o que adiciona custo. A densidade também limita: as especificações da Hina indicam pelo menos 145 Wh/kg e operação de menos 40 a 80°C.
Na prática, o foco está em veículos comerciais. A Hina assinou em 14 de outubro, com o distrito de Jiangxia, em Wuhan, uma base de 10 GWh anuais (3 GWh na primeira fase), com obras previstas para o início de 2027 e produção inicial antes do fim do ano. Com a Chengli, vai desenvolver caminhões de limpeza urbana. Em testes, um FAW Jiefang J6P com bateria de 339 kWh rodou mais de 15 mil km em quase sete meses e reteve mais de 90% da capacidade a menos 40°C, segundo a FAW Jiefang. Em agosto, um caminhão de mineração com sistema de 676 kWh foi entregue em Hebei.
Por que isso importa
Para quem acompanha química de bateria, o recado é que o sódio entra primeiro onde a densidade pesa menos: chassis grandes, rotas definidas e frio extremo. A isenção até 2028 cria uma janela de teste comercial, mas a viabilidade frente ao LFP ainda depende da aplicação. Vale notar que o GB/T 48072-2026, em vigor desde 1º de março de 2027, cobre armazenamento estacionário, não tração automotiva.
Linha do tempo
China isenta íon-sódio de imposto de consumo até 2028 e a Hina planeja base de 10 GWh em Wuhan para veículos comerciais.
Perguntas frequentes
Qual é o novo imposto sobre baterias na China?
É um imposto de consumo sobre baterias de íon-lítio especificadas. Vale 2% desde 1º de setembro de 2026 e sobe para 4% em 1º de setembro de 2027. Íon-sódio, estado sólido e células a combustível ficam isentos até 31 de dezembro de 2028, se cumprirem os padrões nacionais.
A bateria de íon-sódio já é mais barata que a LFP?
Não há essa comprovação. A isenção dá vantagem tributária, mas não estabelece custo de fabricação menor. A queda do lítio reduziu a vantagem potencial, e o carbono duro adiciona custo e complexidade.
Como o íon-sódio se saiu no frio?
Segundo a FAW Jiefang, um caminhão J6P com bateria Hina de 339 kWh manteve mais de 90% da capacidade utilizável a menos 40°C. O teste durou quase sete meses e passou de 15 mil km.
Quando a fábrica da Hina em Wuhan começa a produzir?
A base prevê 10 GWh anuais, com 3 GWh na primeira fase. A construção deve começar no início de 2027, e a produção inicial é esperada antes do fim do mesmo ano.
Fontes
- carnewschina.comfonte original
- Categoria
- CEVIU Mobilidade Elétrica
- Publicado
- 02 de novembro de 2026
- Editoria
- CEVIU Mobilidade Elétrica

