O DNS funciona bem para serviços públicos, mas seu uso em infraestrutura interna pode comprometer a confiabilidade e elevar riscos operacionais. Em incidentes críticos, o protocolo vira gargalo; o cache interno e o comportamento de TTL dificultam a recuperação. Na segurança, os riscos são sérios: spoofing, complexidade do DNSSEC e uso como vetor de exfiltração de dados via ferramentas como dnscat2 e iodine.
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As ações da Meta subiram após a empresa revelar o Meta Business Agent, solução de IA voltada ao setor corporativo com modelo de assinatura. A iniciativa representa uma nova frente de receita além da publicidade, consolidando a estratégia da companhia de monetizar ferramentas de IA para o mercado empresarial.
A Red Hat alerta que a detecção de vulnerabilidades orientada por IA tornou o ciclo tradicional de patching agendado obsoleto. Para acompanhar o ritmo, equipes de TI precisam adotar automação event-driven, capaz de conter riscos em tempo real sem abrir mão de testes, fluxos de aprovação e aplicação controlada de correções.
A Ace Hardware aposentou seu processo de chamados de TI baseado em e-mail e adotou o Jira Service Management para modernizar o ITSM em escala corporativa. A plataforma foi integrada a múltiplos sistemas, centralizando o monitoramento e a automação de incidentes, solicitações, aprovações, lançamentos, ativos e falhas operacionais em toda a empresa.
O Google lançou ferramentas que permitem executar fluxos de trabalho de agentes de IA baseados no modelo Gemma 4 12B diretamente em laptops, sem depender da nuvem. A iniciativa endereça preocupações de privacidade, latência, uso offline e controle de custos com cloud. As empresas, porém, ainda precisam resolver desafios de hardware nos endpoints, segurança, sandboxing, logging e governança antes de adotar a abordagem em escala corporativa.
A Intel apresentou os controladores e adaptadores de rede Ethernet E835, projetados para ambientes de alta densidade em nuvem, edge, data centers corporativos, IA e core móvel para telecomunicações. A linha oferece largura de banda de até 200GbE com diversas opções de portas, atendendo arquiteturas modernas que exigem alto throughput e baixa latência.
A CompTIA acaba de apresentar a AutoOps+, nova certificação vendor-agnostic destinada a profissionais de TI que trabalham com automação, scripting, infraestrutura como código (IaC), pipelines CI/CD, observability e operações modernas. A credencial chega para formalizar competências cada vez mais exigidas em ambientes DevOps e plataformas em nuvem.
A Asana apresentou o Dash, assistente de IA que monitora projetos integrando e-mails, calendários e apps de mensagens para identificar riscos e recomendar ações corretivas. O agente também orquestra outros agentes de IA da plataforma e executa workflows aprovados, sempre exigindo confirmação do usuário antes de aplicar qualquer alteração.
A Broadcom está posicionando o VMware Cloud Foundation como a infraestrutura de referência para cargas de trabalho de IA em ambiente produtivo. A proposta mira empresas que superaram a fase de pilotos e agora precisam de maior controle sobre custos, dados, compliance, segurança e recuperação, requisitos que a nuvem pública, por si só, nem sempre atende de forma completa.
A CrowdStrike anunciou integração com a plataforma de smart NIC NVIDIA BlueField-4 STX, inserindo controles de segurança diretamente na camada onde cargas de trabalho de IA e dados são processados. A solução eleva a proteção corporativa em ambientes de IA factory, blindando o núcleo operacional sem depender de camadas externas de defesa.
Design nativo em IA não é sobre criar chatbots ou dominar ferramentas, é sobre pensamento crítico. Após entrevistar 28 líderes de design, a conclusão é clara: a habilidade mais valiosa é questionar o porquê e para quem algo está sendo construído, antes de partir para o wireframe. Designers nativos em IA definem problemas com precisão primeiro e, só então, usam a tecnologia para tarefas repetitivas: organizar notas, analisar transcrições e gerar variações visuais.
O sucesso de UX da IKEA está na redução da ansiedade de decisão em cada etapa da jornada de compra de móveis. Quatro estratégias atuam em conjunto: navegação guiada, ambientes contextuais, visualização realista de produtos e fluxos passo a passo. O resultado são compras de alto impacto mais gerenciáveis, e princípios aplicáveis a qualquer produto digital, seja e-commerce, SaaS ou serviços.
A IA prometeu menos trabalho tedioso, mas na prática trouxe mais documentos, mais expectativas e mais sobrecarga. A resposta criativa veio na forma do ARC (Audio Review Companion): uma ferramenta baseada em voz que lê documentos do Google em voz alta e transforma feedbacks falados em comentários, permitindo revisar conteúdo enquanto você caminha ou faz outra coisa. A proposta é usar IA não só para produtividade, mas para criar formas de trabalho mais humanas e menos presas à tela.
A IA acelerou drasticamente o design de produtos, protótipos que levavam semanas agora saem em horas. Mas os números revelam um paradoxo: apenas 17% dos consumidores acreditam que suas experiências melhoraram, e mais de 60% desconfiam do uso corporativo da IA. O nó central está no que a tecnologia ainda não alcança: emoções, contexto e as histórias humanas que tornam uma experiência verdadeiramente significativa.
O cérebro humano processa imagens 60.000 vezes mais rápido do que texto, e esse dado transforma o visual storytelling em peça central do design de UX. Ao usar elementos visuais para guiar usuários por experiências e funis de venda, designers reduzem a carga cognitiva e evitam o abandono da jornada. Assim como narrativas tradicionais, o UX conta histórias com clareza e propósito, tornando o visual storytelling uma ferramenta poderosa para criar conexões reais e converter audiências.
A MSI apresentou o Prestige 14 Flip IA+ Vincent van Gogh Edition na Computex 2026, um laptop que rompe com as convenções visuais do segmento. O projeto une arte e tecnologia em um produto que questiona o que esperamos esteticamente de um computador, apostando em identidade visual ousada onde o mercado costuma prezar só pela discrição.
Aplicativos de relacionamento como o Hinge exploram princípios psicológicos de curiosidade e escassez para maximizar o tempo de uso. Curtidas ocultas e destaques temporários de perfil criam tensão cognitiva que o usuário quer resolver. Mensagens prioritárias, selos de novos perfis e visibilidade premium reforçam urgência e valor percebido, incentivando tanto mais sessões quanto mais investimento financeiro na plataforma.
O Google Photos lança o Wardrobe, recurso que usa IA para escanear a biblioteca de imagens, identificar peças de roupa e organizá-las em um closet virtual para montar combinações de looks. A função exige ativação do Face Groups e está disponível para assinantes Google AI Pro e AI Ultra no Brasil, Índia e EUA, suporte para iPhone e iPad vem em breve. O movimento revela uma virada estratégica do Google: usar IA para gerenciar decisões cotidianas dos usuários, além das funções clássicas de busca e produtividade.
O laptop fruto da parceria entre HP e Ferrari não é apenas mais um produto de co-branding. A máquina combina desempenho de workstation de alto nível com materiais, engenharia e detalhes de design diretamente inspirados na escuderia italiana, resultando em um produto de luxo que equilibra identidade visual e substância técnica de forma surpreendentemente coerente.
A Lovable anunciou uma parceria estratégica com o Google Cloud focada no segmento enterprise, com melhorias em segurança e infraestrutura. A colaboração integra os modelos Gemini, varredura de vulnerabilidades em tempo real via Wiz e facilita aquisições pelo Google Cloud Marketplace, respondendo diretamente às preocupações corporativas com código gerado por IA. O movimento coloca a Lovable em rota de colisão com Cursor e Replit, enquanto reforça a disputa do Google por orçamentos de IA nas grandes empresas.
