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Marcas globais estão recorrendo a influenciadores gerados por IA para campanhas publicitárias nas redes sociais, personagens digitais com aparência realista, perfis coerentes e engajamento controlado. Estudo citado pelo The Guardian revela que cerca de 70% das pessoas não conseguem distinguir com precisão vídeos reais de conteúdos sintéticos produzidos por IA, o que amplia o apelo desses avatares como ferramenta de marketing. A estratégia reduz custos, elimina riscos de crises envolvendo influenciadores reais e permite personalização em escala.

Marcas de culto vendem identidade, não só produtos. Criam rituais internos, histórias compartilháveis e senso de pertencimento. A Patagonia viu sua receita subir 30% após um manifesto pró-consumo consciente, unindo apoiadores em torno de seus valores. Já a Glossier envolveu sua comunidade no desenvolvimento de produtos e gerou 70% de suas vendas por indicações. O segredo está em refletir a imagem que os consumidores querem projetar, e transformá-los em coautores da marca.

Durante a Copa do Mundo, as análises táticas de Emma Hayes roubaram a cena: seus quadros de 70 segundos foram considerados mais esclarecedores que todo o painel de especialistas. Mas o cenário, uma cozinha, gerou críticas acirradas no Reddit, com espectadores questionando por que a comentarista mais qualificada foi isolada da bancada principal. O quadro negro também dividiu opiniões: para uns, um toque de simplicidade inteligente; para outros, uma escolha subestimada diante do seu nível técnico.

O Marketing Efficiency Ratio (MER) é uma métrica essencial para avaliar o retorno real de todo o investimento em marketing, calculado como a receita total gerada dividida pelo investimento total em todas as ações de marketing. Diferente de KPIs isolados, como ROAS por canal, o MER oferece uma visão consolidada e estratégica do desempenho global, ajudando equipes a priorizar orçamentos com base em impacto real sobre o negócio.

A busca via IA já é um canal de topo de funil mensurável, mesmo que modelos tradicionais de atribuição o ignorem. Estudo mostra que, ao ser recomendada por uma plataforma de IA, uma marca tem 182% mais chances de ser pesquisada, 117% mais visitas ao site e 185% mais visualizações de produtos em até sete dias. Recomendações têm o dobro do impacto de menções isoladas. Por isso, marcas precisam otimizar conteúdo, avaliações e comparações, especialmente no ChatGPT, tratando a visibilidade em IA como métrica de geração de demanda, não como mero tráfego secundário.

Um bom copywriting começa com um título impossível de ignorar, e só termina quando cada linha é impossível de copiar. O post destaca 20 princípios práticos, como priorizar clareza sobre criatividade, testar variações (como reescrever uma homepage 24 vezes), alinhar tom à persona e usar palavras que geram ação imediata. As regras vêm de experiência real em conversão, não de teoria: foco em resultados mensuráveis, ritmo enxuto e mensagens que ressoam no momento certo. Ideal para quem quer transformar texto em ferramenta estratégica de crescimento.

Estudo revela que 59% dos vídeos exibidos para novas contas no TikTok são gerados por IA, quase três vezes mais que os 21% registrados no YouTube. O conteúdo infantil é o mais impactado: 57% dos vídeos nessa categoria são sintéticos. A pesquisa destaca a aceleração da inserção de material automatizado nas feeds, com implicações diretas para criadores, anunciantes e políticas de moderação de plataformas.

O TikTok entrou no seleto grupo dos quatro maiores varejistas de beleza dos EUA, ao lado de Amazon, Ulta Beauty e Sephora, com o social commerce liderando o crescimento. Projeções indicam que Amazon e TikTok, juntas, podem superar as vendas de Sephora e Ulta ainda em 2024. Em 3 a 5 anos, plataformas de IA devem influenciar até 35% das transações de e-commerce. Para se manter competitivo, o setor precisa repensar seus conteúdos de produto com foco em mecanismos de recomendação de IA, não apenas em palavras-chave tradicionais.

A síndrome do impostor no marketing é impulsionada por um descompasso entre conhecimento técnico e capacidade de justificar decisões. Adicionar mais cursos só agrava o problema: acumula informações sem desenvolver julgamento estratégico. Lideranças relatam que a maioria dos profissionais não consegue explicar o raciocínio por trás de suas escolhas, sinal de que faltam habilidades de análise, questionamento e argumentação, não mais certificações.

Prompts genéricos, como pedir à IA que 'escreva como um especialista', costumam gerar resultados fracos por falta de contexto. A estrutura ideal inclui: referência visual (ex.: descrição de um banner), mensagem central em linguagem simples com contexto do produto e técnicas de copywriting explícitas (ex.: tom persuasivo, gatilhos emocionais, call-to-action claro). Isso dá à IA os inputs necessários para produzir textos mais precisos, alinhados ao objetivo e com maior potencial de conversão.

Mais do que aumentar o alcance, a segmentação precisa é o que impulsiona resultados reais no e-mail marketing. Campanhas altamente segmentadas registram taxas de abertura acima de 50% e CTR sobre abertura entre 40% e 90%, enquanto disparos amplos mal atingem 2% a 5% de abertura e cerca de 1% de CTR. Listas menores, mas bem definidas por perfil e comportamento, superam sistematicamente volumes genéricos.

Decisões de compra hoje se baseiam menos em campanhas publicitárias e mais em trocas reais entre pessoas. No Reddit, usuários pesquisam opções, tiram dúvidas e consomem relatos autênticos de outros, uma camada essencial de validação social entre o interesse inicial e a conversão. Essa interação humana reduz percepção de risco, constrói confiança genuína e, muitas vezes, define qual produto ou marca leva a preferência final.

O sucesso de um MMM depende menos da técnica de modelagem e mais do design estratégico: exige pelo menos 18 meses de dados, variação significativa de investimento e canais pagos responsáveis por 20%–30% da aquisição no topo do funil. Escolher a métrica certa, segmentar self-serve vs. sales-led e alinhar o modelo ao stakeholder são decisões críticas, afetam diretamente ROI, saturação e alocação orçamentária. Evite usar adstock de curto prazo para decisões de marca: o pico de impacto comercial pode levar 6–8 semanas. MMMs eficazes entregam faixas (não números únicos) e combinam insights com testes de incrementalidade para reduzir desperdício.

Pesquisa revela que, nas marcas B2B líderes, há 1,6 vez mais compradores que nunca ouviram falar delas do que os que as rejeitam. Para marcas menores, a disparidade é ainda mais crítica: entre 8 e 16 vezes mais desconhecimento do que rejeição. O diagnóstico é claro, o maior obstáculo não é a má percepção, mas a ausência de percepção. Em um mercado saturado, construir reconhecimento intencional é pré-requisito para qualquer conversão.

Se a era digital trouxe velocidade para a indústria de publicidade e marketing, a era da IA está trazendo operações autônomas. Para empresas que desenvolvem tecnologias de próxima geração para o setor, a questão não é mais se devem adotar IA, mas se sua infraestrutura consegue suportar essa tecnologia na velocidade e escala exigidas pelo mercado. O tema foi destaque no Cannes Lions.

Nathan Jun Poekert, especialista em redes sociais, defende que aumentar a frequência de publicações, mesmo com risco de saturação, pode gerar mais engajamento e visibilidade do que reduzir a cadência. Em análise prática, ele aponta que algoritmos atuais favorecem consistência e volume estratégico, desde que o conteúdo mantenha qualidade e intenção clara. A dica vale especialmente para marcas que priorizam crescimento orgânico e testagem contínua de formatos.

Redes sociais ultrapassaram TV e sites jornalísticos como principal fonte diária de notícias, segundo estudo da Reuters Institute. TikTok e Instagram lideram o crescimento na disseminação de informação, com forte apelo entre jovens; já o X (ex-Twitter) registra queda contínua de engajamento e confiança como canal noticioso. A mudança reflete a migração do consumo para formatos curtos, visuais e algorítmicos, desafio crescente para veículos tradicionais e oportunidade para marcas que dominam storytelling digital.

O Hinge está construindo credibilidade com a Geração Z ao financiar diretamente a infraestrutura social de que seus usuários precisam, não como estratégia de marketing, mas como apoio genuíno. A iniciativa One More Hour já distribuiu mais de US$ 2 milhões em subsídios para grupos sociais de base em Nova York, Los Angeles, Atlanta e Londres; outros US$ 1,5 milhão serão aplicados globalmente este ano, sem exigir promoções ou downloads do app. A abordagem responde a uma lacuna real: jovens hoje têm mil horas a menos por ano em interações presenciais do que há duas décadas.

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O TikTok anunciou nova política que proíbe o uso de vozes ou gravações sintetizadas por IA em transmissões ao vivo voltadas para vendas. A medida visa garantir autenticidade e transparência nas interações comerciais da plataforma, especialmente em um momento de crescente adoção de ferramentas de IA por criadores e marcas. A regra entra em vigor imediatamente e se aplica globalmente, com moderação automatizada e revisão humana para identificar violações.

O Soundcore Work é um gravador físico com IA voltado para reuniões presenciais: capta áudio em alta qualidade, permite marcar pontos-chave com um toque e sincroniza transcrições instantaneamente com o smartphone. Após a sessão, gera um resumo conciso de uma página e suporta buscas semânticas no conteúdo, reduzindo anotações manuais e acelerando a pós-produção de reuniões.