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CEVIU Design🚀 Lançamento

O Windows 11 introduziu suporte nativo a feedback tátil contextual via API InputHapticsManager, permitindo que apps enviem respostas físicas em mouses, touchpads e canetas compatíveis. O design segue três pilares: clareza, inclusão e satisfação, com formas de onda predefinidas (Align, Collide, Step, Success) alinhadas a interações específicas. Para ser eficaz, o haptics deve ser consistente, de baixa latência, acionado apenas por ações do usuário e usado com moderação, mantendo seu impacto significativo.

Apresentada na Milan Design Week 2026, a série Genesis, do designer Yuya Zhou, reúne sete luminárias feitas com bioplásticos à base de amido, gelatina, glicerina e pigmentos comestíveis. Em vez de buscar durabilidade convencional, o projeto abraça a impermanência: as peças mudam de forma, textura e aparência com o tempo, questionando valores centrais do design industrial, como longevidade, estabilidade e controle. É um convite à reflexão sobre sustentabilidade, ciclo de vida dos materiais e novos paradigmas criativos.

AX, ou experiência do agente, redefine o design digital: em vez de ensinar como usar softwares, a interface agora ajuda o usuário a verificar se a ação executada pela IA corresponde à sua intenção original. Com agentes reduzindo o Gulf of Execution (a dificuldade de operar ferramentas), o Gulf of Evaluation ganha destaque. Curiosamente, usuários cegos, acostumados a navegar por linguagem e memória, podem ter vantagem nessa transição. Um olhar essencial para o futuro do design centrado em intenção, não em interação.

Ilusões de óptica demonstram que a percepção visual não é um espelho fiel do mundo: o cérebro interpreta ativamente os estímulos, preenchendo lacunas, inferindo padrões e até gerando imagens ausentes no ambiente. Esse processo revela mecanismos profundos de processamento sensorial, fundamentais para entender usabilidade, acessibilidade e design centrado no usuário.

A comunidade de design no LinkedIn vem sendo criticada por priorizar alegações exageradas, clichês sobre IA e narrativas dramáticas em vez de clareza e concisão. Expressões feitas, formatações sensacionalistas e falsos apelos de urgência transformam insights simples em ruído, gerando engajamento vazio e afastando discussões técnicas reais sobre usabilidade, acessibilidade e processo criativo.

O Figma transformou em concreto o abstrato do design: componentes, estilos e tokens viraram objetos manipuláveis, unindo engenharia front-end e design thinking por meio da fricção prática do uso. Agora, ferramentas de IA ameaçam eliminar essa fricção, gerando entregas visualmente aceitáveis, mas sem domínio das decisões estruturais subjacentes. Surge a pergunta urgente: como desenvolver intuição estrutural sem o ciclo de aprendizado que o Figma tornou tangível? A indústria ainda não tem resposta.

O design com IA exige um salto mental: substituir a busca por respostas definitivas pelo pensamento probabilístico, tratando saídas de modelos como sinais ponderados, não verdades absolutas. Isso porque esses sistemas se baseiam em padrões históricos, muitas vezes tendenciosos ou desatualizados para cenários futuros. Na prática, isso significa calibrar esforços conforme níveis de confiança, manter o designer no loop para revisão e ajuste contínuo, e priorizar perguntas como 'qual a probabilidade de funcionar?' e 'o que acontece se falhar?'. A mudança não está nas ferramentas, mas na mentalidade.

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O servidor MCP do Figma já está em produção em quatro frentes: Slides, FigJam, Make e o novo Figma Agent. Com ele, é possível criar ou atualizar apresentações, quadros colaborativos e protótipos diretamente via prompts, como puxar conteúdo dinâmico do Slack e Google Drive para decks, gerar workshops no FigJam com dados do Asana, Notion e Hex, ou sincronizar designs entre canvas e código sem sair da plataforma. A ferramenta download_assets permite exportar ativos em SVG, PDF, JPG ou PNG; já as funcionalidades de escrita seguem em beta aberto.

CEVIU Design🔮 Rumor

A Apple já desenvolve a segunda geração do iPhone dobrável, prevista para 2027, mesmo sem lançar a primeira. O modelo terá tela interna de 7,8 polegadas e formato mais amplo, alinhado ao iPad, incorporando lições do ecossistema Android. A iniciativa reforça que a empresa vê os dobráveis como categoria estratégica de longo prazo, não como experimento pontual, com potencial para se tornar uma linha premium consolidada em seu portfólio.

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A KFC lançou uma reformulação global de sua identidade visual em parceria com a agência JKR, atualizando logotipo, tipografia, embalagens, presença digital, interiores de restaurantes e uniformes. O novo sistema gira em torno de uma versão padronizada do icônico balde e adota linguagem visual mais expressiva, com foco em coerência internacional e celebração da herança da marca. A meta é transformar a rede de fast food em um destino centrado em experiências imersivas, integrando novos pontos de contato e ativações culturais.

Na série pessoal 'The Way Back', a artista Hannah Li explora com maestria a luz, a atmosfera e cenários do cotidiano para traduzir momentos de silêncio contemplativo, aqueles em que memória, reflexão e transição se entrelaçam. Seus quadros não retratam o fato consumado, mas a calma carregada que antecede o imprevisto: um olhar suspenso, um corredor vazio, uma janela iluminada no crepúsculo. É design emocional em tela: cada composição convida à pausa, à leitura subjetiva e à empatia com o tempo subjetivo do outro.

A maioria dos desafios atuais de marketing com IA, como visibilidade em buscas, recomendações personalizadas, consistência de mensagem e atenção do usuário, são, na verdade, versões atualizadas de problemas antigos. À medida que consumidores delegam decisões de compra a agentes de IA, os algoritmos passam a ser o novo público-alvo. Enquanto o mercado 'IA para IA' ainda não se consolida, os desafios permanecem os mesmos: exigem clareza, confiança e design intencional, agora voltados para máquinas, não só para pessoas.

Um designer de acessibilidade do GitHub defende o 'vibe coding', desenvolvimento assistido por LLMs, como estratégia estrutural para aprimorar recursos como treeviews, navegação F6 e lógica inteligente de aria-label, reduzindo tarefas que levavam dias para horas. Apesar de o uso generalizado de LLMs estar, paradoxalmente, tornando a web menos acessível, essa abordagem emergente oferece o caminho mais viável hoje para entregar melhorias práticas e significativas para usuários com deficiência.

A IA não está extinguindo o design, está refinando seus papéis. Surgem funções especializadas como consultor de design de IA embarcada, arquiteto de UX agentic e designer de confiança. Em vez de substituir designers, a transformação desloca o foco da produção visual para psicologia cognitiva, pensamento sistêmico e orquestração de negócios. Os profissionais mais valorizados nos próximos dez anos serão aqueles capazes de coreografar a colaboração entre humanos e agentes inteligentes.

Mitos populares sobre o cérebro, como a suposta atenção de apenas 8 segundos ou a falsa dicotomia entre cérebro esquerdo e direito, estão levando designers a decisões prejudiciais à experiência do usuário. A estrategista de UX em jogos Celia Hodent destaca os equívocos mais custosos e explica o que a neurociência robusta, revisada por pares, realmente revela. Separar evidência científica de neurohype ajuda profissionais a evitar armadilhas, economizar tempo e construir soluções centradas em pessoas reais, não em estereótipos neurológicos.

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O iOS 27 e o macOS Golden Gate introduzem um controle deslizante de translucidez para o Liquid Glass, a linguagem visual de interface da Apple, permitindo que usuários ajustem, em tempo real, a intensidade do efeito de vidro líquido conforme sua preferência. A mudança reforça o compromisso da empresa com personalização acessível sem abrir mão da coerência estética e da usabilidade. É também um sinal claro de que a Apple está refinando sua abordagem de design para equilibrar beleza, funcionalidade e necessidades individuais.

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Durante o AWE 2026, Evan Spiegel, CEO da Snap, apresentou os novos óculos AR Specs, dispositivos AR totalmente autônomos, sem cabos ou processadores externos. Com preço de US$ 2.195, são voltados inicialmente a desenvolvedores, com expansão prevista para early adopters e aplicações concretas: trabalho remoto, jogos, varejo, tradução em tempo real e treinamento esportivo. A tecnologia de display própria da Snap permite sobreposições imersivas, visualização privada em tela grande e computação 3D compartilhada. Segundo Spiegel, o diferencial está em unir usabilidade vestível com poder computacional integrado no hardware.

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O iOS 27 incorpora um easter egg divertido ao app Preview: uma lupa interativa inspirada no 'Liquid Glass' do iPadOS 26. Ao ativar a ferramenta, o usuário pode arrastar uma lente de aumento pela tela, com distorção suave em tempo real, para explorar detalhes de imagens e documentos de forma lúdica e intuitiva. A funcionalidade reforça a convergência de experiências entre dispositivos Apple, mantendo o foco em usabilidade e toque humano no design.

Ferramentas de IA já geram interfaces diretamente a partir da intenção do usuário, o debate sobre se máquinas podem projetar telas ficou obsoleto. O foco migrou para UIs efêmeras e adaptáveis, montadas dinamicamente por pessoa e contexto. O novo papel do designer é criar componentes reutilizáveis, restrições claras e intenções escritas que orientem agentes de IA rumo a resultados de alta qualidade e coerência experiencial.

Cartazes de festivais de música estão priorizando estética experimental em detrimento da legibilidade, não por acaso, mas como estratégia deliberada nas negociações de faturamento e exibição dos artistas. Designers e produtores usam layouts não convencionais para suavizar disputas sobre hierarquia visual, evitando que nomes sejam lidos como 'segunda linha'. A acessibilidade cai no caminho, e o público paga o preço ao tentar decifrar quem toca quando, e onde. É um trade-off entre política do palco e funcionalidade do cartaz.