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453 notícias encontradas

O setor fintech encerrou 2025 com receita histórica de US$ 504 bilhões, crescimento de 22% ao ano, quatro vezes acima dos bancos tradicionais. A virada estratégica do setor é clara: saiu da corrida por crescimento acelerado e passou a priorizar lucratividade sustentável. Os principais motores do desempenho são produtos baseados em IA, serviços financeiros B2B e investimentos digitais, consolidando a pressão competitiva das fintechs sobre as instituições financeiras convencionais.

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A Airwallex adquiriu a Leapfin, plataforma especializada em automação de dados financeiros, reconhecimento de receita, reconciliação e transformação de dados transacionais em demonstrações no padrão GAAP. Com a aquisição, a fintech incorpora infraestrutura de subledger automatizada e agentes de IA contábeis, expandindo seu portfólio, que já inclui pagamentos, contas globais, cartões e gestão de despesas, para cobrir também fluxos de fechamento e relatórios financeiros corporativos.

A OpenAI atingiu 1 bilhão de usuários ativos mensais em apenas três anos, tornando-se a plataforma de consumo mais rápida a alcançar esse marco, sinal claro de que a IA já integra a infraestrutura digital global. Na disputa, a Anthropic aparece como competidora de peso: o Claude registrou crescimento anual de 640%, chegando a 56 milhões de usuários mensais. Dados iniciais apontam que os usuários já dividem seu tempo entre múltiplas plataformas de IA.

A Kpler, referência em inteligência comercial para mercados marítimos e de commodities, levantou mais de US$ 1 bilhão com a Sixth Street. O aporte evidencia o apetite crescente por plataformas de dados que embasam decisões no comércio global. A empresa combina rastreamento por satélite, IA e dados proprietários para entregar insights em tempo real nos setores de energia, commodities, logística e defesa, processando mais de 1,3 bilhão de sinais de embarcações por dia.

Jamie Dimon, do JPMorgan, e outros líderes bancários apoiam a legislação de estrutura do mercado cripto em princípio, mas resistem a provisões que permitiriam a empresas como a Coinbase oferecer recompensas em stablecoin sem seguir regras equivalentes às do sistema bancário tradicional, sem seguro de depósito, sem AML/KYC, sem proteções ao consumidor. Críticos alertam que o Clarity Act pode integrar o setor cripto ao sistema financeiro tradicional de forma problemática, dificultando o controle de futuras crises. Para os bancos, o ponto central é paridade regulatória: ninguém deveria operar produtos bancários sem cumprir as mesmas obrigações.

A grande vantagem competitiva em IA no setor financeiro não está no modelo, está nos dados. Bancos e fintechs acumularam anos de histórico transacional que nenhum concorrente consegue replicar facilmente. Empresas como Revolut, Stripe, Mastercard e Adyen já migram para modelos de fundação unificados, substituindo sistemas fragmentados. O resultado: melhor detecção de fraudes, análise de crédito mais precisa e lançamentos de produtos mais rápidos. Com a IA se tornando commodity, os dados proprietários devem se consolidar como o principal moat do setor.

Um pesquisador de segurança descobriu um bug crítico no pool de transações protegidas Orchard do Zcash, capaz de permitir a criação ilimitada e indetectável de ZEC. A Shielded Labs confirmou que a falha existia desde o lançamento do Orchard, em maio de 2022, e foi corrigida rapidamente, sem indícios de exploração. Mesmo assim, a divulgação derrubou o preço do ZEC em 31%, enquanto a comunidade discute uma atualização de rede para auditar a oferta total e migrar para um novo pool protegido.

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A Ramp apresentou o Ramp Stack, sistema operacional de contabilidade baseado em IA para automatizar fechamentos mensais, reconciliação de caixa, codificação de transações e lançamentos contábeis com decisões auditáveis. O lançamento veio acompanhado de uma rodada de US$ 750 milhões com Iconiq Capital, GIC e Ontario Teachers' Pension Plan, elevando o valuation da fintech para US$ 44 bilhões e o total captado a cerca de US$ 3 bilhões.

JPMorgan Chase, Bank of America, Citigroup e Wells Fargo se unem para lançar, no próximo ano, uma rede de depósito tokenizado operada pela The Clearing House. O sistema integrará os rails de pagamento tradicionais à infraestrutura de ativos digitais, oferecendo aos bancos uma resposta estratégica à crescente concorrência das stablecoins e das fintechs cripto no mercado de pagamentos e depósitos.

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A Fasanara Capital lançou uma plataforma de crédito privado que origina empréstimos garantidos por veículos Ferrari, transformando carros de luxo em uma classe de ativos institucional. A estratégia combina financiamento colateralizado com a expertise em gestão e restauração de ativos do Mattioli Automotive Group, buscando retornos ajustados ao risco diferenciados em um mercado cada vez mais aquecido de finanças lastreadas em ativos alternativos.

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Com a licença bancária completa conquistada no início deste ano, o Revolut acelera sua estratégia de crédito e prepara o lançamento de cinco novos cartões no Reino Unido. A movimentação visa ampliar a receita de juros por meio de produtos de crédito e empréstimos pessoais, enquanto a fintech avança também em gestão de patrimônio para disputar espaço com os bancos tradicionais.

A Bloomberg traça o perfil de Nik Storonsky, fundador da Revolut: sua participação acionária pode chegar a US$ 76 bilhões se a fintech atingir avaliação de quase US$ 200 bilhões em um IPO nos próximos dois anos. Com 75 milhões de clientes e valuation atual de US$ 75 bilhões, o próximo passo exige convencer reguladores e usuários de que a empresa pode operar como banco global seguro enquanto avança em crédito, hipotecas e produtos financeiros mais regulados.

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O Cash App está experimentando novos formatos de pagamento com o lançamento de uma varinha com tecnologia NFC, vendida por US$ 25. O acessório permite realizar compras sem cartão ou smartphone e mira a Geração Z, que valoriza itens colecionáveis e expressão pessoal, transformando o pagamento em um gesto social e visível, não apenas numa operação invisível.

Instituições financeiras dedicaram anos ao desenvolvimento de modelos de IA para tarefas específicas, como detecção de fraudes, crédito, sistemas de recomendação e gestão de risco. Embora eficaz, essa fragmentação cria sistemas em silos que impedem uma compreensão unificada do comportamento financeiro dos consumidores. Com o crescimento dos datasets corporativos, aumenta a lacuna entre o potencial dos dados e a capacidade das instituições de extrair inteligência real.

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ATUALIZAÇÃO (08/06/2026): não é mais rumor, foi lançado. 1 de junho de 2026. A Anthropic submeteu confidencialmente um rascunho de declaração de registro (Formulário S-1) à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) para uma proposta de oferta pública inicial de suas ações ordinárias. A empresa não divulgou a avaliação que almejará no mercado de ações, nem tornou públicos outros termos da oferta. A apresentação ocorre após uma rodada de financiamento de US$ 65 bilhões que avaliou a empresa em aproximadamente US$ 965 bilhões. (Rumor original) A Anthropic protocolou um pedido confidencial de IPO e pode chegar aos mercados públicos antes da OpenAI, marcando um marco na corrida pela comercialização de IA de fronteira. O movimento segue uma rodada de financiamento que avaliou a empresa em 965 bilhões de dólares, com um crescimento de receita que pode ultrapassar a taxa anualizada de 50 bilhões de dólares até junho, impulsionado pela adoção do Claude para codificação, cibersegurança e tarefas de conhecimento. O IPO oferecerá aos investidores públicos exposição direta a um dos principais laboratórios de IA, sinalizando a rápida transição da indústria de experimentos financiados por venture capital para a competição em mercados públicos.

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ATUALIZAÇÃO (08/06/2026): não é mais rumor, foi lançado. 08/06/2026 (previsão da data do anúncio na WWDC 2026, com base nas notícias), A Apple deve anunciar oficialmente uma ferramenta de divisão de contas para o Apple Wallet como parte do iOS 27 durante a Worldwide Developers Conference (WWDC) 2026. Este novo recurso permitirá aos usuários fotografar um recibo, atribuir itens a diferentes pessoas e gerar solicitações de pagamento através do Apple Cash. A ferramenta calculará a parte devida de cada um, incluindo custos de itens, impostos e gorjetas, e as solicitações de pagamento poderão ser aprovadas via iPhone, iPad ou Apple Watch. (Rumor original) A Apple prepara um recurso para o iPhone que permitirá aos usuários dividir contas a partir de fotografias de recibos. A funcionalidade será apresentada na próxima semana junto com o iOS 18, ficando disponível nos aplicativos Wallet e Messages. Os usuários poderão tirar fotos dos comprovantes, atribuir itens a diferentes pessoas e gerar solicitações de pagamento. A ferramenta calcula a parte devida de cada um, incluindo o custo dos itens, impostos e gorjetas.