CEVIU Design
Todas as notícias

CEVIU Design

Ferramentas, tendências e inspiração para designers digitais e profissionais de UX/UI

1258 notícias

A plataforma Lou, voltada à saúde masculina, prioriza os resultados buscados pelos usuários, não serviços ou tratamentos, para reduzir a carga cognitiva. Seu design foge de clichês médicos e estéticas agressivas, unindo referências editorial, lifestyle e healthcare com credibilidade e empatia. Desenvolvida inteiramente em Webflow, usa GSAP para animações e integração personalizada com Vimeo. A arquitetura baseia-se em componentes reutilizáveis e CMS flexível, garantindo escalabilidade e atualizações contínuas sem reconstruções.

O brand design percorreu um longo caminho, das pinturas rupestres aos sistemas visuais dinâmicos de hoje. Marcas como Coca-Cola, Persil e identidades icônicas de Peter Behrens para AEG, Olivetti e IBM estabeleceram os pilares da coerência visual. Hoje, tecnologia digital e IA ampliam as possibilidades de adaptação e personalização, mas o cerne do branding continua sendo humano: criatividade, estratégia e conceitos originais são insubstituíveis.

Apesar de sua simplicidade visual, as setas tipográficas são muito mais do que elementos decorativos: elas espelham toda a estrutura, proporção, ritmo e intenção de uma família tipográfica. Projetá-las exige coerência com os traços, contrastes e lógica construtiva dos glifos principais, um exercício de precisão técnica e sensibilidade de design. Para quem trabalha com sistemas tipográficos ou interfaces digitais, entender esse detalhe é essencial para garantir consistência visual e usabilidade.

CEVIU Design🚀 Lançamento

Dois meses após o lançamento, a Anthropic atualizou o Claude Design com importação nativa de sistemas de design, round-trip bidirecional via Claude Code e nove novos conectores de exportação. A atualização resolve um problema crítico de 'queima' excessiva de tokens, que fazia usuários esgotarem seu limite semanal em minutos durante prototipagem. Agora, a ferramenta evolui de assistente gerativo para camada estratégica de conformidade de marca, integrada a fluxos de design, desenvolvimento e operações.

CEVIU Design🚀 Lançamento

O Framer 3.0 foi lançado com agentes de IA integrados que projetam páginas inteiras, gerenciam breakpoints, constroem componentes, escrevem código e se conectam a CMS, tudo diretamente na canvas. Para times maiores, o novo recurso Branching permite iterações seguras e colaboração fluida com os agentes. A atualização também traz uma plataforma comunitária onde designers podem compartilhar projetos e monetizá-los.

AX, ou experiência do agente, redefine o design digital: em vez de ensinar como usar softwares, a interface agora ajuda o usuário a verificar se a ação executada pela IA corresponde à sua intenção original. Com agentes reduzindo o Gulf of Execution (a dificuldade de operar ferramentas), o Gulf of Evaluation ganha destaque. Curiosamente, usuários cegos, acostumados a navegar por linguagem e memória, podem ter vantagem nessa transição. Um olhar essencial para o futuro do design centrado em intenção, não em interação.

Apresentada na Milan Design Week 2026, a série Genesis, do designer Yuya Zhou, reúne sete luminárias feitas com bioplásticos à base de amido, gelatina, glicerina e pigmentos comestíveis. Em vez de buscar durabilidade convencional, o projeto abraça a impermanência: as peças mudam de forma, textura e aparência com o tempo, questionando valores centrais do design industrial, como longevidade, estabilidade e controle. É um convite à reflexão sobre sustentabilidade, ciclo de vida dos materiais e novos paradigmas criativos.

Ilusões de óptica demonstram que a percepção visual não é um espelho fiel do mundo: o cérebro interpreta ativamente os estímulos, preenchendo lacunas, inferindo padrões e até gerando imagens ausentes no ambiente. Esse processo revela mecanismos profundos de processamento sensorial, fundamentais para entender usabilidade, acessibilidade e design centrado no usuário.

A comunidade de design no LinkedIn vem sendo criticada por priorizar alegações exageradas, clichês sobre IA e narrativas dramáticas em vez de clareza e concisão. Expressões feitas, formatações sensacionalistas e falsos apelos de urgência transformam insights simples em ruído, gerando engajamento vazio e afastando discussões técnicas reais sobre usabilidade, acessibilidade e processo criativo.

O Figma transformou em concreto o abstrato do design: componentes, estilos e tokens viraram objetos manipuláveis, unindo engenharia front-end e design thinking por meio da fricção prática do uso. Agora, ferramentas de IA ameaçam eliminar essa fricção, gerando entregas visualmente aceitáveis, mas sem domínio das decisões estruturais subjacentes. Surge a pergunta urgente: como desenvolver intuição estrutural sem o ciclo de aprendizado que o Figma tornou tangível? A indústria ainda não tem resposta.

O design com IA exige um salto mental: substituir a busca por respostas definitivas pelo pensamento probabilístico, tratando saídas de modelos como sinais ponderados, não verdades absolutas. Isso porque esses sistemas se baseiam em padrões históricos, muitas vezes tendenciosos ou desatualizados para cenários futuros. Na prática, isso significa calibrar esforços conforme níveis de confiança, manter o designer no loop para revisão e ajuste contínuo, e priorizar perguntas como 'qual a probabilidade de funcionar?' e 'o que acontece se falhar?'. A mudança não está nas ferramentas, mas na mentalidade.

CEVIU Design🚀 Lançamento

O servidor MCP do Figma já está em produção em quatro frentes: Slides, FigJam, Make e o novo Figma Agent. Com ele, é possível criar ou atualizar apresentações, quadros colaborativos e protótipos diretamente via prompts, como puxar conteúdo dinâmico do Slack e Google Drive para decks, gerar workshops no FigJam com dados do Asana, Notion e Hex, ou sincronizar designs entre canvas e código sem sair da plataforma. A ferramenta download_assets permite exportar ativos em SVG, PDF, JPG ou PNG; já as funcionalidades de escrita seguem em beta aberto.

CEVIU Design🔮 Rumor

A Apple já desenvolve a segunda geração do iPhone dobrável, prevista para 2027, mesmo sem lançar a primeira. O modelo terá tela interna de 7,8 polegadas e formato mais amplo, alinhado ao iPad, incorporando lições do ecossistema Android. A iniciativa reforça que a empresa vê os dobráveis como categoria estratégica de longo prazo, não como experimento pontual, com potencial para se tornar uma linha premium consolidada em seu portfólio.

CEVIU Design🚀 Lançamento

A KFC lançou uma reformulação global de sua identidade visual em parceria com a agência JKR, atualizando logotipo, tipografia, embalagens, presença digital, interiores de restaurantes e uniformes. O novo sistema gira em torno de uma versão padronizada do icônico balde e adota linguagem visual mais expressiva, com foco em coerência internacional e celebração da herança da marca. A meta é transformar a rede de fast food em um destino centrado em experiências imersivas, integrando novos pontos de contato e ativações culturais.

Na série pessoal 'The Way Back', a artista Hannah Li explora com maestria a luz, a atmosfera e cenários do cotidiano para traduzir momentos de silêncio contemplativo, aqueles em que memória, reflexão e transição se entrelaçam. Seus quadros não retratam o fato consumado, mas a calma carregada que antecede o imprevisto: um olhar suspenso, um corredor vazio, uma janela iluminada no crepúsculo. É design emocional em tela: cada composição convida à pausa, à leitura subjetiva e à empatia com o tempo subjetivo do outro.

A maioria dos desafios atuais de marketing com IA, como visibilidade em buscas, recomendações personalizadas, consistência de mensagem e atenção do usuário, são, na verdade, versões atualizadas de problemas antigos. À medida que consumidores delegam decisões de compra a agentes de IA, os algoritmos passam a ser o novo público-alvo. Enquanto o mercado 'IA para IA' ainda não se consolida, os desafios permanecem os mesmos: exigem clareza, confiança e design intencional, agora voltados para máquinas, não só para pessoas.

Ferramentas de IA já geram interfaces diretamente a partir da intenção do usuário, o debate sobre se máquinas podem projetar telas ficou obsoleto. O foco migrou para UIs efêmeras e adaptáveis, montadas dinamicamente por pessoa e contexto. O novo papel do designer é criar componentes reutilizáveis, restrições claras e intenções escritas que orientem agentes de IA rumo a resultados de alta qualidade e coerência experiencial.

CEVIU Design🚀 Lançamento

O iOS 27 e o macOS Golden Gate introduzem um controle deslizante de translucidez para o Liquid Glass, a linguagem visual de interface da Apple, permitindo que usuários ajustem, em tempo real, a intensidade do efeito de vidro líquido conforme sua preferência. A mudança reforça o compromisso da empresa com personalização acessível sem abrir mão da coerência estética e da usabilidade. É também um sinal claro de que a Apple está refinando sua abordagem de design para equilibrar beleza, funcionalidade e necessidades individuais.

CEVIU Design🚀 Lançamento

O iOS 27 incorpora um easter egg divertido ao app Preview: uma lupa interativa inspirada no 'Liquid Glass' do iPadOS 26. Ao ativar a ferramenta, o usuário pode arrastar uma lente de aumento pela tela, com distorção suave em tempo real, para explorar detalhes de imagens e documentos de forma lúdica e intuitiva. A funcionalidade reforça a convergência de experiências entre dispositivos Apple, mantendo o foco em usabilidade e toque humano no design.

Mitos populares sobre o cérebro, como a suposta atenção de apenas 8 segundos ou a falsa dicotomia entre cérebro esquerdo e direito, estão levando designers a decisões prejudiciais à experiência do usuário. A estrategista de UX em jogos Celia Hodent destaca os equívocos mais custosos e explica o que a neurociência robusta, revisada por pares, realmente revela. Separar evidência científica de neurohype ajuda profissionais a evitar armadilhas, economizar tempo e construir soluções centradas em pessoas reais, não em estereótipos neurológicos.

Outras categorias