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Utah likens Kalshi to a 'back-alley gambling den' in lawsuit naming Susquehanna firms

Utah processa Kalshi e firmas da Susquehanna e compara plataforma a 'antro de apostas clandestino'

Aprofundamento CEVIU

Aprofundamento

O procurador-geral de Utah, Derek Brown, abriu ação contra cinco empresas da Kalshi e contra a Susquehanna International Group e a Susquehanna Government Products. A acusação é de operar um negócio de apostas ilegal no estado. O argumento central da petição é que chamar as apostas de event contracts não muda o que a Kalshi oferece. A KalshiEx, que opera a plataforma, é comparada ao gerente de um antro de apostas clandestino que hospeda apostas e fica com uma parte.

O ponto novo está no lado oposto das apostas dos usuários. Utah alega que a Kalshi Trading e as firmas da Susquehanna agem como casa de apostas, ao assumir a posição contrária à dos usuários e receber o dinheiro quando eles perdem. Para o advogado Daniel Wallach, é a primeira ação de fiscalização de um procurador-geral estadual contra market makers de mercados de previsão. Utah estima que a Kalshi tenha arrecadado entre US$ 30,6 milhões e US$ 61,2 milhões em taxas de contas do estado até 19 de outubro, e admite que o número real pode ser bem maior ou menor. O estado pede bloqueio de apostas em esportes, eleições, política, cultura e mentions, verificação de localização mais precisa, devolução de valores e indenização.

O que mudou

A ofensiva estadual contra a Kalshi vem crescendo. Em 19 de junho de 2026, o CEVIU noticiou que o Kentucky processou Kalshi e Polymarket. Em 3 de agosto de 2026, veio o caso de Nova York contra a Kalshi, e em 14 de agosto de 2026 a ação de Baltimore, que ampliou o foco para parceiros de distribuição. O caso de Utah avança mais um passo: mira também as firmas que ficam do outro lado das apostas, algo que, segundo Wallach, não havia sido feito antes por um procurador-geral estadual.

Por que isso importa

Para quem opera ou investe em mercados de previsão, a leitura é que o risco regulatório deixa de se concentrar só na plataforma. Market makers e parceiros passam a entrar na mira. Brown disse que a ação é parte de uma investigação maior e sugeriu que outras plataformas podem ser alvo. Quem depende de liquidez fornecida por firmas de trading deve acompanhar se outros estados copiam o modelo.

Linha do tempo

  1. Kentucky processa Kalshi e Polymarket por operação de mercados de previsão como jogos de azar.

  2. Nova York abre processo contra a Kalshi sobre contratos de esportes e política.

  3. Baltimore processa Kalshi e Polymarket, incluindo parceiros de distribuição.

  4. Utah processa Kalshi e firmas da Susquehanna, incluindo market makers.

Perguntas frequentes

Quem Utah processou?

Cinco empresas da Kalshi, a Susquehanna International Group e a Susquehanna Government Products. A ação foi do procurador-geral Derek Brown e acusa o grupo de operar um negócio de apostas ilegal no estado.

Por que o caso é considerado inédito?

Segundo o advogado Daniel Wallach, é a primeira ação de fiscalização de um procurador-geral estadual contra market makers de mercados de previsão. Utah alega que essas firmas atuam como casa de apostas ao tomar o lado contrário ao dos usuários.

O que Utah quer da Kalshi?

O estado quer bloquear apostas em esportes, eleições, política, cultura e mentions, além de exigir verificação de localização mais precisa. Pede também devolução dos valores obtidos, compensação ao estado e aos moradores e indenização por danos.

Quanto a Kalshi arrecadou em Utah?

Utah estima entre US$ 30,6 milhões e US$ 61,2 milhões em taxas de contas do estado até 19 de outubro. O próprio estado ressalva que o valor real pode ser bem maior ou menor.

Fontes

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Categoria
CEVIU Cripto
Publicado
22 de outubro de 2026
Editoria
CEVIU Cripto

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