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CEVIU News - CEVIU Cripto - 15 de setembro de 2026

24 notícias15 de setembro de 2026CEVIU Cripto
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A Nasdaq Ventures concretizou um investimento de US$100 milhões na Payward, controladora da Kraken, avaliando a exchange em US$21 bilhões. Este movimento, que aprofunda uma parceria iniciada em março, é estratégico e visa o lançamento do framework Equity Token (NET) no segundo trimestre de 2027. Por meio dele, a Kraken distribuirá ações tokenizadas pela Nasdaq, conferindo direitos de voto equivalentes a ações ordinárias. Essa estrutura posiciona a Nasdaq como operadora de bolsa, emissora de tokenização e investidora no ecossistema cripto, configurando um modelo que promete superar os desafios regulatórios enfrentados por iniciativas anteriores de tokenização de equity da Binance e FTX.

Os senadores Lummis, Boozman e Scott divulgaram o texto final da Digital Asset Market Clarity Act, incluindo 126 alterações solicitadas pelos Democratas. Trump endossou a proposta ética Tillis-Gallego, concedendo aos procuradores-gerais estaduais poder de fiscalização sobre conflitos de interesse de funcionários e congressistas. O projeto também confere ao Tesouro a autoridade para aplicar um 'circuit-breaker' de 18 meses para stablecoins, visando proteger bancos comunitários. No Polymarket, as chances de aprovação em 2026 subiram de 22% para 32% após a publicação.

O Comitê de Meios e Recursos da Câmara dos Representantes dos EUA agendou para 16 de setembro a análise de duas propostas legislativas cruciais para o ecossistema cripto. O "Mining and Staking Tax Clarity Act" visa postergar a tributação de tokens recém-gerados por mineração e staking até sua alienação, classificando-os como receita ordinária, com possível limite republicano de cinco anos. Em paralelo, o "Applying Existing Tax Law Anti-Abuse Rules to Digital Assets Act" busca estender as regras antiabuso de wash-sale e constructive-sale para ativos digitais, excluindo rendimentos de mineração/staking e stablecoins elegíveis atreladas ao dólar. A aprovação no comitê é o próximo passo para que ambas as propostas avancem para votação em plenário.

A MoneyGram acaba de lançar o MoneyGram Card, um cartão inovador lastreado em stablecoin que permite aos usuários manter saldos em dólares estáveis, sacar dinheiro e realizar pagamentos em qualquer lugar que aceite Visa, tanto online quanto fisicamente. Integrado ao aplicativo da MoneyGram e compatível com Apple e Google Wallets, o cartão oferece saques em 500.000 locais da MoneyGram. Com infraestrutura da Rain, capacidades de carteira da Crossmint e liquidação pela rede Stellar, a novidade estreia hoje na Colômbia, com expansão global e um cartão físico previstos para 2026.

Vlad Tenev, CEO da Robinhood, defendeu um ponto crucial sobre o mercado de capitais e a crescente tokenização de ativos. Ele argumenta que, enquanto empresas de capital aberto detêm o controle dos direitos inerentes às suas ações, a aquisição por investidores confere a estes a autonomia para usos legais subsequentes. Esta perspectiva sugere que a tokenização de ações, ao transformar esses ativos em tokens digitais negociáveis, não exigiria aprovação adicional dos emissores para sua existência ou transação, sublinhando a natureza da propriedade uma vez que o ativo é transferido.

Grandes nomes como Visa, Mastercard, Coinbase e Stripe estão ativamente integrando-se à infraestrutura de stablecoins, redefinindo o papel dos intermediários em vez de serem desintermediados. Isso ocorre porque o processamento de pagamentos vai além do simples *settlement*, englobando aspectos cruciais como identidade, prevenção de fraudes, resolução de disputas e o relacionamento com o cliente. A Visa, por exemplo, viu seu volume anualizado de *settlement* de stablecoins ultrapassar US$ 20 bilhões em setembro de 2026, com crescimento superior a 15x ano a ano, enquanto emissores ainda dependem de sua rede para aceitação. A Mastercard, com sua Wallet Pay, permite que carteiras como Alipay+, CRED e Mercado Pago expandam operações transfronteiriças. A Coinbase, em parceria com a Moov, facilita a adoção de stablecoins por mais de mil bancos comunitários. Já a Stripe, com aquisições estratégicas (Bridge, Privy) e investimentos (L1 Tempo com Paradigm), busca consolidar sua posição no controle das rotas de transação na convergência entre cartões, bancos e stablecoins.

Autoridades federais e estaduais mexicanas, em conjunto com a marinha, desativaram uma operação de mineração de criptomoedas em Tlaola, Puebla. A ação resultou na apreensão de cerca de 300 GPUs, um transformador, 80 terminais de média tensão e oito antenas via satélite. Esta é a quarta instalação descoberta na região desde o início de 2025, estrategicamente localizada próxima a uma usina hidrelétrica, levantando suspeitas de furto de energia em larga escala. Investigações preliminares sugerem que a operação poderia estar envolvida em lavagem de dinheiro para cartéis, ecoando relatórios da Chainalysis sobre a utilização da mineração para gerar criptoativos "limpos". A Chainalysis apontou que endereços ilícitos movimentaram pelo menos US$ 154 bilhões em 2025, embora a atividade criminosa represente menos de 1% do volume total de transações de criptomoedas rastreadas.

A Coinbase e a Moov firmaram uma parceria estratégica para viabilizar a aceitação, liquidação e financiamento de pagamentos com stablecoin em tempo real. Esta integração, que abrange mais de mil bancos comunitários e cooperativas de crédito nos EUA através da rede Moov, incorpora a Payments API da Coinbase e suas carteiras de custódia. Com isso, instituições financeiras poderão oferecer serviços de stablecoin sem a necessidade de desenvolver infraestrutura própria. O movimento antecede a votação preliminar do Senado dos EUA sobre o CLARITY Act, em um cenário onde bancos comunitários expressam preocupação com o impacto de produtos de rendimento de stablecoins nos depósitos tradicionais.

A Coinbase anunciou a renomeação de seu aplicativo Base para Coinbase Wallet, destinando o nome Base exclusivamente para sua cadeia L2 e ecossistema, com o objetivo de reforçar a descentralização. A Base, que recentemente atingiu um recorde histórico de US$ 5,7 bilhões em TVL em DeFi, se destaca na liderança de transferências de stablecoins e volumes de negociação spot on-chain para BTC e ETH. Jesse Pollak agora se dedicará integralmente ao desenvolvimento da Base como uma infraestrutura financeira aberta, enquanto Cobie assumirá a Coinbase Wallet como um produto especializado em negociações. Esta distinção estratégica posiciona a Base como uma infraestrutura neutra em relação à blockchain, dissociada da marca de consumo da Coinbase, potencialmente impulsionando sua adoção por protocolos terceirizados e empresas do setor.

A Valinor Digital introduziu o VBDC na plataforma FundOS da Superstate, um fundo tokenizado voltado para investidores qualificados. O VBDC oferece exposição a Business Development Companies (BDCs) negociadas publicamente, que atualmente apresentam descontos significativos em relação ao seu Valor Patrimonial Líquido (NAV), como FS KKR Capital (35% abaixo) e Blue Owl Capital (22% abaixo). Com investimento mínimo de US$ 100 mil e taxa de gestão anual de 1,25%, o lançamento eleva o AUM total da Superstate para US$ 1 bilhão. Embora anunciado, o token VBDC ainda não registrou movimentações on-chain, e integrações DeFi são aguardadas.

Em 2026, bots de IA já representam 60% das requisições HTTP na Cloudflare, um fenômeno que desafia diretamente o modelo tradicional de monetização da web por anúncios. Agentes de IA consomem conteúdo sem gerar receita para editores, levantando discussões sobre o pagamento pelo uso de dados que alimentam seus modelos. Diante disso, iniciativas como o protocolo x402 da Coinbase, os micropagamentos da TollBit e a infraestrutura de pagamento da Visa e Cloudflare surgem para viabilizar pagamentos em stablecoin, diretamente de agentes de IA para criadores de conteúdo, por requisição. Enquanto acordos de licenciamento cobrem conteúdo premium, os micropagamentos prometem monetizar a vasta cauda longa da web, redefinindo a economia digital.

A Bitcoin Bancorp (BCBC), uma microcap com valor de mercado de US$ 18,5 milhões, arrematou em leilão de falência 2.547 quiosques de Bitcoin da Bitcoin Depot, além do domínio BitcoinDepot.com e propriedade intelectual relacionada, por um total de US$ 731.250. Este valor contrasta drasticamente com os US$ 26 milhões que a Bitcoin Depot havia estimado para sua frota de quiosques no final de 2025. A Bitcoin Depot, que abriu capital na Nasdaq com avaliação de cerca de US$ 400 milhões, declarou Capítulo 11 em maio de 2026 após uma queda de 49% na receita do primeiro trimestre, passando de um lucro de US$ 12,2 milhões para um prejuízo de US$ 9,5 milhões. O CEO atribuiu o declínio ao aumento das obrigações de compliance e limites de transação, enquanto a fraude em ATMs de cripto atingiu US$ 389 milhões em 2025, impulsionando restrições em países como Reino Unido, Austrália e Canadá.

A Robinhood Chain viu sua receita diária de gás cair 82,6%, de US$ 5,44 milhões em 4 de setembro para US$ 943.728 em 10 de setembro. Essa retração, apesar de drástica, é atribuída principalmente à compressão do custo médio de transação (de US$ 0,43 para US$ 0,077), com a taxa base normalizando-se após um pico. O número de transações manteve-se estável, indicando que a deflação das taxas, e não a evasão de usuários, foi o motor da queda. Enquanto isso, o volume de DEX na rede disparou 26,5% na semana, atingindo US$ 12,34 bilhões, e a Robinhood Chain lidera em receita cumulativa de sete dias com US$ 15,15 milhões, sustentada por um TVL robusto de US$ 903,77 milhões.

O mercado de poder computacional de GPUs está passando por uma financeirização, espelhando os mercados de eletricidade pré-desregulamentação dos anos 90. Uma estrutura de quatro camadas emerge, incluindo corretagem física, índices de preços, bolsas de futuros e instrumentos sintéticos. A NVIDIA atua como banco central de fato, controlando a oferta e garantindo a plena utilização das GPUs, sustentando o valor do hardware com 25% de suporte residual. Estimativas apontam que de cada US$100 gastos em tokens, cerca de US$50 vão para infraestrutura de GPU e neoclouds, e US$45 para plataformas de inferência como Fireworks e Baseten. O sucesso neste mercado dependerá de um player que domine todas as quatro camadas, navegando pela volatilidade impulsionada pelo ciclo de depreciação da NVIDIA, lançamentos de modelos de fronteira e a pressão dos modelos de código aberto sobre as margens de inferência.

A Latitude, provedora de infraestrutura para stablecoins, anunciou a expansão de seus serviços de direcionamento para sistemas de pagamento locais, consolidando sua presença global. Com 39 licenças de transmissão monetária nos EUA e registro FinCEN, a empresa visa obter a certificação SOC 2 Tipo II ainda neste ano. Atualmente, a Latitude já opera no Brasil, Argentina, Colômbia, México, Filipinas, Índia e grande parte da Europa, e está em fase beta de expansão por mercados emergentes da América Latina, Sudeste Asiático e África. Este movimento acontece em um período de grande consolidação na infraestrutura de pagamentos de stablecoins, evidenciado por transações significativas como a aquisição da Tazapay pela Circle e a parceria da Privy com a Stripe, além do lançamento global da wallet DLUSD da Deel, indicando uma crescente demanda por soluções robustas e regulamentadas.

Caroline Ellison, antiga CEO da Alameda Research e figura central no colapso da FTX, agora integra a equipe da Manifund, uma plataforma de financiamento de altruísmo eficaz com foco em segurança de IA, combate à pobreza e pesquisa de doenças. Antes de sua identidade ser revelada, Ellison atuou por dois meses sob o pseudônimo "Carol", contribuindo com infraestrutura técnica e operações. Sua primeira contribuição notável foi uma ferramenta de conciliação que identificou transações mal registradas na casa dos cinco a seis dígitos. Austin Chen, CEO da Manifund, defendeu a contratação, citando o histórico de Ellison em assumir a culpa, cooperar com a justiça para ressarcir credores da FTX e cumprir sua pena.

Analistas da Bernstein indicam que o Clarity Act, legislação que busca clareza regulatória para criptoativos nos EUA, está progredindo mais do que o mercado esperava. Concessões de republicanos no Senado, especialmente em temas de ética e em resposta a preocupações de bancos comunitários, sinalizam um movimento positivo. Este cenário sugere que qualquer surpresa favorável no avanço da regulamentação ainda não foi precificada, abrindo portas para potenciais impactos significativos no setor de ativos digitais.

A EtherFi está implementando uma reestruturação trifásica dos controles administrativos do EtherFi Cash. Parâmetros rotineiros continuarão com mudanças rápidas, enquanto configurações críticas de segurança de fundos agora exigirão um atraso de 8 horas. Atualizações de código para smart contracts terão um timelock de 2 dias, em vez do anterior de 8 horas. As novas permissões permitirão à EtherFi revogar instantaneamente uma chave operacional comprometida, eliminando a dependência do timelock de governança. Embora o novo timelock de 8 horas e contratos já estejam parcialmente implementados no Optimism, a atualização completa ainda está em curso, com a migração dos contratos existentes do Cash para o novo sistema.

A Securitize reforça sua posição dominante no mercado de ativos tokenizados, superando a marca de US$ 4 bilhões em valor sob gestão. A plataforma, que distribui esses ativos por meio de 3 milhões de endereços únicos, demonstra a crescente adoção e escala dos títulos digitais, solidificando sua infraestrutura como pilar fundamental no ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi) e tokenização.

Setembro de 2026 foi um mês dinâmico para os cartões cripto, evidenciando a crescente integração entre o mercado tradicional e a Web3. O neobank EthenaPay, da Ethena, estreou na Avalanche, oferecendo retornos de até 6% sobre saldos inativos, um atrativo para holders. Paralelamente, a Cashi lançou seu Visa virtual em Hong Kong, enquanto a MoneyGram inovou com o primeiro Visa de stablecoin na Colômbia. A Stablecard da Western Union, já robusta, ampliou sua atuação para 37 mercados. No segmento de autocustódia, a THORWallet introduziu um Mastercard em 172 países, e a Privy democratizou a emissão de cartões com seu SDK, permitindo que aplicativos ofereçam stablecoins em mais de 25 mercados. Essa onda de lançamentos sublinha a maturidade do setor e a busca por soluções de pagamento mais acessíveis e eficientes globalmente.

O Ministério Federal das Finanças da Alemanha movimentou o mercado com uma proposta de rascunho que visa reformular a tributação de criptoativos. A medida propõe substituir a atual isenção de um ano de holding por um imposto fixo de 25% sobre os ganhos de capital, incidindo sobre o trading de criptomoedas. Esta nova regra, caso aprovada, será aplicável a todos os ativos digitais adquiridos a partir de 1º de janeiro de 2028, sinalizando uma mudança significativa na política fiscal alemã para o setor de cripto.

O X Money, recém-lançado braço financeiro da plataforma X, estaria movimentando bilhões de dólares em volume apenas semanas após sua estreia. Essa rápida escalada aponta para uma notável aceitação no mercado, sugerindo um impacto disruptivo nos pagamentos digitais. Embora detalhes técnicos sobre sua infraestrutura e segurança ainda sejam limitados, a velocidade de adoção do X Money sinaliza uma força emergente que merece atenção no cenário global.

Uma recente alegação sobre cartões cripto "No-KYC" (sem verificação de identidade) está gerando debates no setor. O usuário Tristyn Pawson relatou ter solicitado um cartão supostamente livre de KYC, mas recebeu um produto da marca Slash. Este incidente levanta questionamentos importantes sobre a transparência e as práticas de compliance em serviços de ativos digitais, destacando a complexidade das regulamentações que permeiam o universo das criptomoedas.

O gigante bancário Standard Chartered iniciou a cobertura do token SKY com uma projeção notável: a instituição prevê que o ativo digital alcançará US$0,325 até o final de 2028. Essa estimativa representa uma valorização de cinco vezes em relação ao seu preço atual de US$0,065. No mesmo relatório, o banco revisou suas expectativas para as principais criptomoedas, estabelecendo novas metas de US$18.000 para o Ethereum (ETH) e impressionantes US$300.000 para o Bitcoin (BTC).

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