A ascensão das 'baddies': Como as marcas estão redefinindo o marketing de influência com autenticidade
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A mudança no marketing de influência é profunda. Marcas buscam autenticidade em um cenário onde a Geração Z desconfia da publicidade tradicional. Vimos isso no artigo "Poder dos influenciadores: Geração Z dita novas regras de consumo e descoberta de produtos" de 3 de julho de 2026. A estratégia agora foca em clientes e funcionários reais, os chamados "baddies", para gerar conteúdo orgânico. Não é mais sobre influenciadores com milhões de seguidores, mas sobre pessoas comuns que usam ou representam o produto.
Empresas como a ResMed, com seu programa "CPAP Baddies", estão na linha de frente dessa mudança. Elas criam comunidades e eventos que transformam o marketing em algo mais relacional. A abordagem visa normalizar produtos de nicho, como máquinas de CPAP, e gerar engajamento genuíno. É um "anti-marketing", uma tática elaborada para parecer menos comercial e mais uma recomendação de amigo, um ponto que o CEVIU News já explorou no artigo "A Ascensão dos Criadores: Repensando a Construção de Marcas na Era Digital", de 11 de julho de 2026.
O que mudou
A forma como as marcas buscam "autenticidade" evoluiu rapidamente. Enquanto em 22 de junho de 2026 o CEVIU News noticiava que marcas apostavam em "influenciadores virtuais criados por IA" para controle e previsibilidade, a tendência agora se volta para o extremo oposto. A busca é por pessoas reais. Isso inclui tanto clientes, como os "CPAP Baddies", quanto funcionários, seguindo o exemplo da Starbucks, que em 24 de junho de 2026 já testava um programa no TikTok para impulsionar conteúdo gerado por seus próprios colaboradores. O que era uma aposta na tecnologia para simular autenticidade, hoje é um investimento em gente de verdade para vivê-la.
Por que isso importa
Essa redefinição do marketing de influência é crítica para a sobrevivência das marcas. Ignorar a Geração Z e sua demanda por transparência e conexão real é um erro custoso. Adotar o modelo "baddie" permite humanizar a marca, construir lealdade e transformar consumidores em defensores. Mesmo com produtos desafiadores, como a máquina de CPAP da ResMed, essa estratégia prova que a comunidade e a voz do cliente valem mais do que qualquer campanha polida ou influenciador tradicional.
Linha do tempo
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Artigo "losing: em defesa da leveza" sobre marcas e comunicação
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Perguntas frequentes
O que são os "baddies" no contexto do marketing?
"Baddies" é um termo da Geração Z para pessoas confiantes e estilosas. No marketing, ele se refere a consumidores ou funcionários comuns que se tornam embaixadores de uma marca. Eles geram conteúdo autêntico, compartilham experiências e constroem comunidades em torno de produtos ou serviços.
Por que as marcas estão preferindo clientes e funcionários a influenciadores tradicionais?
A Geração Z, em particular, desconfia da publicidade tradicional e de influenciadores que parecem apenas promover produtos. Clientes e funcionários oferecem uma voz mais genuína e orgânica. Essa autenticidade gera maior engajamento e credibilidade, tornando a mensagem da marca mais impactante.
Como essa estratégia ajuda marcas com produtos de nicho ou menos atraentes?
Marcas com produtos "não sexys" precisam de criatividade. Ao envolver clientes reais, elas normalizam o uso do produto e criam uma comunidade de apoio. Isso ajuda a quebrar estigmas, como no caso dos "CPAP Baddies" da ResMed, e a mostrar os benefícios de forma mais humana e identificável.
Essa abordagem de "anti-marketing" garante sempre o sucesso?
Não, nem sempre. Embora pareça orgânica, a estratégia exige orquestração e um grande orçamento de marketing. Casos como o "Baddies of Polymarket" mostram que o sucesso não é garantido. A complexidade de gerenciar comunidades e a necessidade de manter a autenticidade são desafios constantes.
Fontes
- cnn.comfonte original
- Categoria
- CEVIU Marketing
- Publicado
- 13 de julho de 2026
- Editoria
- CEVIU Marketing

