Voltar
Variantes de Funções Hash Pós-Poseidon para Melhorar a Infraestrutura do Ethereum

Ethereum na Encruzilhada: Flock Abre Caminho para Novas Funções Hash Pós-Poseidon e Desafios de Segurança

Aprofundamento CEVIU

Aprofundamento

A introdução do Flock, um sistema de prova pós-quântico para circuitos binários, representa uma guinada estratégica na arquitetura do Ethereum. Sua emergência elimina a necessidade de funções hash otimizadas especificamente para circuitos, aquelas que o CEVIU News abordou na notícia de 24 de setembro de 2026, abrindo as portas para a adoção de hashes padrão em cinco camadas cruciais do protocolo. Essa mudança simplifica o desenvolvimento e aumenta a segurança ao permitir o uso de primitivas criptográficas mais testadas e padronizadas pela comunidade.

As metas de performance são ambiciosas: comprovar 225 bytes por segundo com o LeanVM e processar cerca de 1 milhão de chamadas hash por segundo. Enquanto o BLAKE3 oferece velocidade impressionante, chegando a 7 GB/s, persistem questões sobre sua prova de indifferentiability e um histórico criptoanalítico ainda em amadurecimento. Em contrapartida, o SHA-3, embora mais lento (0.2 GB/s), é robusto, com mais de 50 artigos criptoanalíticos e provas de indifferentiability sólidas no modo sponge. A análise aponta SHA-3 e BLAKE2s como opções de menor risco, enquanto o SHA-2 é desqualificado como substituto de random-oracle devido a seu problema de extensão de comprimento, apesar da vasta análise criptoanalítica.

O que mudou

A evolução mais significativa é o abandono da dependência de hashes

Fontes

Avalie este artigo:
Categoria
CEVIU Cripto
Publicado
25 de setembro de 2026
Editoria
CEVIU Cripto

Quer receber mais sobre CEVIU Cripto?

Conteúdo curado diariamente, direto no seu e-mail.

Conteúdo curado diariamenteDiversas categoriasCancele quando quiser