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Hacker da Coldcard movimenta US$ 7,7 milhões em Bitcoin após terceira onda de ataques

Aprofundamento CEVIU

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A movimentação de US$ 7,7 milhões em Bitcoin pelo hacker da Coldcard, equivalente a 45% dos fundos da terceira onda de ataques, escancara a persistência de vulnerabilidades críticas em hardware wallets. A exploração, como detalhado pelo CEVIU News em agosto de 2026, originou-se de uma falha na geração de sementes (seed) aleatórias, um erro de integração em geradores de números aleatórios (RNG) presente em firmwares específicos dos modelos Mk3, Mk4, Mk5 e Coldcard Q. Essa não é uma falha isolada. A comunidade cripto já havia alertado em julho de 2026 sobre a vulnerabilidade 'Ill Bloom', que drenou milhões ao explorar geradores de números pseudorrandômicos inseguros em outras carteiras, mostrando um vetor de ataque conhecido e repetitivo no ecossistema.

A tática de drenar os 11 maiores cofres digitais e lavar os Bitcoins via THORChain e CoinJoins, também já abordada por nós, demonstra a sofisticação do atacante para monetizar os ativos roubados e obscurecer o rastro. É um lembrete contundente que, mesmo com hardware dedicado, a segurança da seed é a pedra angular da proteção. A Coinkite, fabricante da Coldcard, lançou um novo firmware, mas ele não consegue reparar carteiras já comprometidas, exigindo que os usuários afetados gerem novas seeds e movam seus fundos.

O que mudou

A notícia de hoje, 9 de setembro de 2026, confirma o que nosso portal já havia noticiado no dia anterior, 8 de setembro de 2026: a movimentação de 45% do Bitcoin roubado na Wave 3 de ataques à Coldcard. Anteriormente, a cobertura alertava para a iminência dessa movimentação. Agora, temos a confirmação da ação do hacker, com o detalhe específico de que os 11 maiores cofres digitais foram esvaziados. Isso mostra a materialização do alerta e a continuidade da estratégia de monetização por parte do invasor.

Por que isso importa

Este incidente é um marco na discussão sobre a segurança de ativos digitais. Ele ressalta que, apesar dos avanços em hardware, uma falha fundamental na aleatoriedade de uma seed pode comprometer toda a segurança de uma carteira. A repetição desses ataques, como vimos na cobertura do CEVIU News desde agosto de 2026, mostra que os cibercriminosos estão focados em falhas de infraestrutura, e não apenas em erros de usuários. A capacidade do hacker de movimentar e lavar esses fundos reforça a necessidade de vigilância constante e da adoção de melhores práticas de segurança pela indústria e pelos próprios usuários.

Linha do tempo

  1. Alerta de segurança: Vulnerabilidade 'Ill Bloom' desvia milhões em criptomoedas.

  2. Vulnerabilidade em Carteiras Coldcard Causa Perda de US$ 70 Milhões em Bitcoin.

  3. Falha Crítica em Gerador de Números Aleatórios de Carteira COLDCARD Leva a Roubo Milionário de Bitcoin.

  4. Atividade do Bitcoin atinge pico de 2026 em meio a ataque à Coldcard e K33 indica possível reversão.

  5. Hacker da Coldcard movimenta milhões de Bitcoin roubados e especialistas alertam para nova onda de ataques.

  6. Hacker da Coldcard movimenta US$ 7,7 milhões em Bitcoin após terceira onda de ataques.

Perguntas frequentes

Qual foi a vulnerabilidade explorada nas carteiras Coldcard?

A vulnerabilidade explorada nas Coldcard reside em uma falha na geração de sementes (seed) aleatórias, especificamente um erro de integração em seu gerador de números aleatórios (RNG). Isso comprometeu a aleatoriedade da seed, permitindo que atacantes pudessem prever ou reproduzir chaves privadas.

Quanto Bitcoin foi movimentado pelo hacker nesta última onda de ataques?

Nesta terceira onda de ataques, o hacker movimentou US$ 7,7 milhões em Bitcoin, o que representa 45% do montante total subtraído nesta etapa. O invasor conseguiu esvaziar os 11 maiores cofres digitais afetados.

O que os usuários de Coldcard que foram comprometidos devem fazer?

Usuários afetados devem gerar novas sementes (seeds) e imediatamente transferir seus fundos para uma carteira segura não comprometida. O novo firmware lançado pela Coinkite não consegue reparar carteiras que já foram comprometidas pela falha na geração de sementes.

Como o hacker conseguiu lavar os Bitcoins roubados?

O hacker utilizou métodos de ofuscação para lavar os Bitcoins roubados, incluindo o uso de THORChain e CoinJoins. Essas ferramentas são empregadas para embaralhar as transações e dificultar o rastreamento dos fundos pelas autoridades ou analistas on-chain.

Fontes

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Categoria
CEVIU Cripto
Publicado
09 de setembro de 2026
Editoria
CEVIU Cripto

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