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CEVIU News - CEVIU Segurança da Informação - 11 de setembro de 2026

14 notícias11 de setembro de 2026CEVIU Segurança da Informação
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A Apple, sob a liderança de seu novo CEO, John Ternus, surpreendeu o mercado com o lançamento do iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da empresa, com preço inicial de US$ 1.999. O aparelho, em formato de "passaporte", oferece telas de 5,4 e 7,6 polegadas que se adaptam dinamicamente ao conteúdo. Além disso, foram apresentados os iPhone 18 Pro e Pro Max, equipados com o novo chip A20 Pro, câmera com abertura mecânica variável e bateria de longa duração. A gigante de Cupertino também revelou o Apple Watch Series 12 e Ultra 4, que prometem maior precisão na monitorização cardíaca. Estes lançamentos reforçam o compromisso da Apple com a inovação, mas também destacam a crescente complexidade dos dispositivos, o que exige atenção redobrada à segurança e à privacidade dos dados dos usuários em um cenário de ameaças digitais cada vez mais sofisticadas.

A OpenAI, líder em pesquisa de IA, está fortalecendo sua estratégia de hardware com parcerias robustas na Ásia. Harrison Kim, Gerente Geral da OpenAI Coreia, confirmou a pesquisa e produção conjuntas com a Samsung Electronics para a próxima geração de chips de IA. Esta colaboração expande o relacionamento anterior, que se limitava a memória e software. Atualmente, o chip de inferência da OpenAI, Jalapeño, é fruto de uma parceria com a Broadcom e fabricado pela TSMC, já em produção massiva. A expectativa é que a Samsung seja fundamental para o sucessor do Jalapeño, antecipando uma demanda volumosa e estratégias de dupla fonte para garantir a escalabilidade da infraestrutura de IA.

A TSMC, gigante taiwanesa de semicondutores, registrou um faturamento recorde de NT$ 514,8 bilhões (US$ 16,1 bilhões) em agosto, um salto de 53,3% em relação ao ano anterior e 10,1% frente a julho, impulsionado pela forte demanda por chips de IA. Paralelamente, a empresa confirmou planos com a ASML para integrar a tecnologia de litografia High-NA EUV em sua produção de larga escala a partir de 2030, visando atender à crescente complexidade das arquiteturas de transistores para os aceleradores de IA mais avançados. Esta inovação é crucial para manter a vanguarda tecnológica e a segurança das cadeias de suprimentos globais, especialmente frente aos desafios geopolíticos e à importância estratégica dos semicondutores.

A NVIDIA acaba de anunciar o CUDA Rust, uma novidade que permite aos desenvolvedores criar e otimizar kernels de GPU diretamente em Rust. Com duas trilhas de compilação especializadas, a iniciativa visa trazer as garantias de segurança de memória em tempo de compilação e o moderno ecossistema de ferramentas do Rust para cargas de trabalho aceleradas por GPU. A medida é estratégica para reduzir crashes e bugs de concorrência em aplicações como visão embarcada e fusão de sensores em tempo real, prometendo maior estabilidade e performance.

A colaboração entre a AMD e equipes de LLMs embarcados resultou em um avanço notável: o throughput de inferência do vLLM para o MiniMax M3 na AMD Instinct MI355X foi ampliado de 109.1 para 342.4 tokens de saída por segundo por GPU, um salto de 3.14x. Tal feito foi alcançado pela identificação e mitigação de gargalos no processamento de dados, otimizando a fragmentação, movimentação de bytes e execução de fast paths. Melhorias significativas incluem a fusão de experts em GEMMs agrupados e a reutilização de seleções de blocos de sparse-attention, elevando o patamar de eficiência em IA.

A startup Besxar, capitalizada com US$ 9,35 milhões em financiamento inicial, deu um passo ousado ao realizar sua primeira missão suborbital em 5 de julho. A bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, a empresa enviou wafers semicondutores próprios e de teste, provenientes da Universidade da Virgínia e da UT Austin. O objetivo central é revolucionar a fabricação de chips: enquanto o vácuo é um custo bilionário em fábricas terrestres, no espaço ele é naturalmente abundante e gratuito. A iniciativa busca produzir wafers de maior qualidade e menor custo em órbita, que seriam posteriormente enviados à Terra para comercialização.

O Google revelou planos ambiciosos de investir um mínimo de US$15 bilhões em infraestrutura de IA na Finlândia até 2028. Este aporte, o maior investimento individual da empresa na Europa, visa expandir a capacidade computacional essencial para suas operações de IA, consolidando sua presença de mais de 15 anos no país. Paralelamente, a gigante da tecnologia fechou um acordo de energia de 22 anos com a Fortum, concessionária finlandesa. A iniciativa inclui a exploração de modelos de negócios para apoiar novos reatores nucleares na usina de Loviisa da Fortum, demonstrando uma estratégia de longo prazo para garantir o suprimento energético necessário à expansão da IA.

Uma investigação liderada pelo Gamers Nexus, em colaboração com especialistas em segurança, levantou sérias acusações contra as smart TVs da LG, afirmando que os dispositivos gravam e transmitem dados de usuários, mesmo em modo offline ou standby. As alegações incluíam a varredura de redes Wi-Fi locais e o armazenamento de áudio ambiente para posterior recuperação. Em resposta, a LG negou veementemente as acusações, esclarecendo que o processamento de voz ocorre exclusivamente quando o botão de voz no controle remoto é ativado ou após a detecção da palavra de ativação "Hi LG", esta última apenas se o reconhecimento de voz de campo distante for habilitado manualmente. A empresa reforçou que o áudio da palavra de ativação é processado no próprio dispositivo e imediatamente descartado caso não haja correspondência.

A XPENG deu um passo significativo ao ativar suas novas linhas de produção de robôs humanoides. O primeiro a emergir de forma autônoma da montagem foi o robô IRON, sinalizando a transição da empresa de um foco exclusivo em protótipos de P&D para a fabricação em escala. Este avanço representa um marco na industrialização de robôs humanoides e seu potencial impacto em diversos setores, desde a automação industrial até a assistência em ambientes complexos. A capacidade de produzir esses robôs em larga escala pode acelerar a integração de soluções de IA e robótica no mercado, gerando implicações para a segurança operacional e a gestão de riscos em novas cadeias de suprimentos.

Gigantes chinesas de semicondutores, como Huawei e Cambricon, elevaram os preços de seus processadores de IA, tanto os atuais quanto os de próxima geração, em uma faixa de 20% a 50%. A decisão é uma resposta direta à crescente escassez de HBM (High Bandwidth Memory), componente crítico para o desempenho desses chips. A medida, impulsionada pela limitação de oferta e demanda aquecida, pode impactar o custo e a disponibilidade de soluções de IA no mercado global.

A Covenant apresentou o Anthem, um novo míssil de ataque de precisão de longo alcance projetado para produção em massa em três países. A empresa argumenta que a arma surge para preencher uma lacuna estratégica nos arsenais ocidentais atuais, oferecendo maior capacidade de carga útil. O desenvolvimento visa fortalecer as capacidades de ataque, respondendo a demandas por sistemas de defesa mais robustos e eficazes em um cenário geopolítico volátil.

A Analog Devices anunciou a aquisição da Alif Semiconductor por US$ 1,35 bilhão em dinheiro, com um bônus adicional de até US$ 200 milhões atrelado ao desempenho. Esta movimentação estratégica visa integrar microcontroladores que executam redes neurais diretamente em dispositivos, eliminando a dependência de data centers. Para a segurança da informação, essa transação é crucial, pois a execução de IA na borda (Edge AI) reduz a superfície de ataque ao minimizar o tráfego de dados sensíveis para a nuvem, fortalecendo a privacidade e a resposta a ameaças em tempo real.

A JD Logistics, braço logístico da gigante chinesa JD.com, revelou planos ambiciosos de adquirir 3 milhões de robôs, 1 milhão de veículos autônomos e 100.000 drones de entrega nos próximos cinco anos. O objetivo é a automação completa da cadeia de suprimentos, desde a coleta e classificação até o transporte e a entrega de última milha. Paralelamente, a empresa planeja desenvolver um cluster de IA Física com 100.000 aceleradores, consolidando sua infraestrutura tecnológica para a gestão e otimização dessa vasta frota robótica.

A Vention acaba de lançar um laboratório de ponta em Montreal, dedicado à convergência da IA com a robótica industrial. O foco principal é o desenvolvimento de manipulação robótica avançada, coleta de dados industriais em larga escala e o refinamento de modelos de base robótica pós-treinamento. A iniciativa emprega metodologias como aprendizado por demonstração, aprendizado por reforço, modelos de visão computacional e planejamento de movimento, visando fechar a lacuna entre a pesquisa em IA e sua aplicação prática e escalável no setor fabril.

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