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CEVIU News - CEVIU Fintech - 28 de setembro de 2026

12 notícias28 de setembro de 2026CEVIU Fintech
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O banco digital Monzo está em estágios iniciais de negociação com a Nu Holdings, controladora do Nubank, para uma potencial transação de compra avaliada entre £8 bilhões e £10 bilhões. Com assessoria de Morgan Stanley e Qatalyst, o Monzo também explora uma nova rodada de financiamento para impulsionar sua expansão europeia. Uma aquisição posicionaria o Nubank no mercado bancário do Reino Unido e Europa, capitalizando a base de 16 milhões de clientes e £1,7 bilhão em receita anual do Monzo, mas encerraria as perspectivas de um IPO independente para o banco britânico.

O Revolut está implementando um sistema de pagamento revolucionário via reconhecimento facial, o "Revolut Pay with Smile", em três cafés da rede Kiss the Hippo, localizados em Bloomsbury, Chelsea e Soho, em Londres. A iniciativa permite que clientes finalizem transações apenas com o olhar, prometendo agilidade e conveniência. Além disso, os estabelecimentos participantes se beneficiam da isenção total de taxas de processamento, um atrativo significativo para a adoção da nova tecnologia no setor de pagamentos digitais e de varejo. Esta fase de testes marca um avanço notável na integração da IA no cotidiano financeiro.

O sistema de pagamentos ACH (Automated Clearing House) consolidou-se como a principal modalidade para transações B2B nos Estados Unidos, superando os cheques em volume de operações. Dados recentes revelam um crescimento exponencial do ACH, que saltou de 25% para 41% da participação nos pagamentos entre empresas de 2015 a 2024. No mesmo período, a utilização de cheques despencou de 32% para apenas 13%. O valor transacionado via ACH quase dobrou, atingindo impressionantes US$ 70 trilhões, indicando uma clara migração para canais digitais. Embora as transferências eletrônicas (wires) ainda liderem em valor total, movimentando cerca de US$ 1 quatrilhão, a tendência de digitalização dos pagamentos rotineiros é inegável, redefinindo a eficiência e a agilidade nas finanças corporativas.

A decisão da Amazon de barrar o agente Muse da Meta marca o início de uma disputa crucial sobre quem dominará o relacionamento com o cliente, as taxas de transação e a responsabilidade legal na era da IA. Simon Taylor prevê que a infraestrutura fundamental será composta por padrões de 'Know Your Agent', autenticando agentes, definindo autoridades delegadas e distribuindo responsabilidades. Comerciantes, carteiras digitais, redes de cartões e provedores de infraestrutura disputarão o controle dessa camada de confiança, um cenário que redefinirá a economia digital e as finanças do futuro.

Ferramentas de IA são economicamente viáveis e geram retorno sobre o investimento, mas os ganhos de produtividade raramente se traduzem em resultados tangíveis. A explicação? Processos organizacionais ineficientes, reuniões excessivas, aprovações lentas e fluxos de trabalho mal estruturados engolem os potenciais benefícios. O sucesso da IA é notado em empresas que remodelam suas operações em torno da tecnologia, o que sugere que, ao invés de nivelar o campo, a IA pode ampliar a disparidade entre organizações de alto e baixo desempenho no mercado financeiro.

A Cleverbridge, destacada plataforma de comércio para empresas de software e tecnologia, concluiu o primeiro pagamento 'agentic' da França autenticado por Passkey em um ambiente de checkout real. Este marco integra um programa piloto desenvolvido em parceria com a Visa e o Revolut, evidenciando o avanço das inovações em segurança de transações e a simplificação dos pagamentos digitais no mercado financeiro.

Grandes bancos do Reino Unido, incluindo Barclays, HSBC UK e Santander, anunciaram a conclusão das primeiras transações de clientes utilizando depósitos tokenizados em libras esterlinas. A iniciativa, batizada de Great British Tokenised Deposit (GBTD) e orquestrada pela UK Finance, representa um marco significativo na digitalização dos serviços financeiros e na exploração do potencial das moedas digitais de banco central (CBDCs) e ativos tokenizados, visando maior eficiência e segurança nas operações bancárias.

A Numeral, especialista em tecnologia fiscal, anunciou uma captação de US$100 milhões em rodada Série C, liderada pela Insight Partners, elevando o financiamento total para impressionantes US$157 milhões. Com a injeção de capital, a empresa visa expandir sua plataforma de compliance para impostos sobre vendas, impulsionada por IA, para os setores de software, manufatura, distribuição e atacado. Em um cenário onde o volume de transações cresceu 327% em um ano, a Numeral se consolida como uma infraestrutura fiscal completa, gerenciando desde o monitoramento de nexus até a emissão de certificados de isenção, além de suportar VAT e GST em mais de 90 países, prometendo otimizar processos financeiros em escala global.

A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos EUA trouxe um novo alívio ao mercado de criptoativos, esclarecendo que tokens de recebimento de liquid staking atrelados a criptos que não são títulos mobiliários, como o Ethereum (ETH), geralmente também não serão considerados títulos. A condição é que esses tokens representem meramente a propriedade do ativo subjacente em staking, sem conferir direitos adicionais, retornos ou promessas gerenciais. Embora a orientação reforce a postura anterior da SEC, ela se mantém como um parecer de equipe, e não uma legislação vinculante. Desta forma, o cenário regulatório pode evoluir com futuras decisões, novas administrações ou mudanças legislativas.

Em uma iniciativa de marketing ambiciosa, a Ramp transformou a rotina de pagamentos em arte, patrocinando o musical 'Bill Pay The Musical'. O evento único, agendado para 25 de setembro de 2026 na Broadway, contou com um elenco de peso, incluindo Billy Porter, Billy Zane e Jessica Vosk. A ação visa destacar a plataforma de contas a pagar da fintech de forma criativa e engajadora.

A ascensão das ferramentas de IA promete revolucionar a eficiência na produção de produtos, impulsionando resultados em ritmo acelerado. No entanto, especialistas do setor de tecnologia financeira alertam para um paradoxo emergente: embora a IA possa otimizar a velocidade de entrega, ela não garante um aprimoramento proporcional no processo de aquisição de conhecimento. Esse cenário levanta questões cruciais sobre o equilíbrio entre a automação da produção e o desenvolvimento contínuo das equipes, especialmente em um ambiente de inovação rápida como o das Fintechs.

O cenário do Compre Agora, Pague Depois (BNPL) está em transformação, distanciando-se do modelo inicial que mascarava o empréstimo como mera opção de pagamento. Atualmente, a regulamentação do BNPL impulsiona uma análise de crédito mais robusta, fundamentada em dados, para garantir decisões mais informadas e responsáveis. Essa mudança reflete a crescente importância da governança de dados e da inteligência artificial na avaliação do risco, redefinindo o futuro das operações de crédito e a proteção do consumidor neste setor dinâmico.

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