City Labs faz história com energia nuclear comercial no espaço
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Realta Fusion gera eletricidade diretamente de reação de fusão nuclear.
SpaceX lança cubesat BOHR, primeiro satélite comercial com energia nuclear.
City Labs detalha sucesso do BOHR como satélite comercial nuclear-powered pioneiro.
Perguntas frequentes
O que é um satélite betavoltaico como o BOHR?
O BOHR é um satélite que utiliza uma bateria nuclear betavoltaica. Este tipo de bateria gera eletricidade a partir do decaimento do trítio, um isótopo radioativo de hidrogênio. É um sistema de baixa potência, ideal para aplicações que exigem energia constante por longos períodos.
Qual a principal vantagem da energia nuclear para satélites espaciais?
A principal vantagem é a capacidade de fornecer energia persistente e ininterrupta. Diferente dos painéis solares, os sistemas nucleares não são afetados pela luz solar, permitindo operações contínuas do payload mesmo em ambientes com pouca ou nenhuma luz, como crateras sombrias ou o espaço profundo.
É seguro usar energia nuclear em missões espaciais comerciais?
Para o BOHR, a City Labs afirma que sim. O satélite usa uma pequena quantidade de trítio, que decai mais rápido que plutônio ou urânio e é menos tóxico. O trítio emite uma radiação beta de baixa energia, que não viaja muito longe no ar e não consegue penetrar a pele. A missão BOHR foi a primeira missão nuclear comercial a passar pelo novo processo de aprovação da FAA (Federal Aviation Administration).
Qual o nível de potência gerado por um sistema betavoltaico como o do BOHR?
Os sistemas betavoltaicos atuais, como o NanoTritium da City Labs, operam na faixa de nanowatts a microwatts. Isso é insuficiente para grandes espaçonaves ou bases lunares, mas perfeito para alimentar sensores de baixa potência, dispositivos de comunicação seguros ou microeletrônicos em ambientes extremos.
Fontes
- arstechnica.comfonte original
- Categoria
- CEVIU
- Publicado
- 09 de julho de 2026
- Editoria
- CEVIU

