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Interpol revela que cibercrime já representa 30% dos crimes registrados em países da região Ásia-Pacífico

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O relatório mais recente da INTERPOL sobre ciberameaças na Ásia e Pacífico Sul, datado de junho de 2026, pinta um quadro alarmante da escalada do cibercrime na região. Mais da metade dos 18 países pesquisados indicam que atividades digitais criminosas já respondem por cerca de 30% de todas as ocorrências. Esse aumento expressivo é alimentado pela digitalização acelerada, pela crescente dependência de serviços financeiros online e pela organização cada vez mais sofisticada de grupos criminosos, que agora usam IA para golpes em escala.

O phishing, em particular, se destaca como a ameaça mais disseminada e financeiramente danosa, com um terço dos países relatando mais de 10.000 casos. Ataques de ransomware e fraudes com uso de deepfakes e IA também estão em ascensão, afetando desde indivíduos a infraestruturas críticas de setores como manufatura, imobiliário e serviços financeiros. A INTERPOL alerta para operações criminosas em larga escala, muitas vezes com exploração de mão de obra.

Por que isso importa

A relevância deste relatório da INTERPOL transcende a Ásia e o Pacífico Sul. O salto do cibercrime para representar 30% das ocorrências em metade dos países da região é um termômetro da dimensão global do problema. A capacidade dos criminosos de se organizar, empregar IA e migrar suas operações para onde a fiscalização é mais frouxa exige uma resposta coordenada e ágil de governos e empresas em todo o mundo.

Para o Brasil, a crescente sofisticação das ameaças digitais em regiões distantes serve como um alerta antecipado. A adoção de práticas de segurança robustas, a conscientização sobre engenharia social e a capacidade de resposta rápida a incidentes são cruciais para mitigar riscos. A cooperação internacional se torna ainda mais vital para rastrear e desmantelar essas redes transnacionais.

Linha do tempo

  1. Início do período de análise do relatório INTERPOL 2025/2026 (Janeiro de 2024 a Março de 2025).

  2. Fim do período de análise do relatório INTERPOL 2025/2026.

  3. Divulgação do relatório 2025/2026 Asia and South Pacific Cyberthreat Assessment pela INTERPOL.

  4. Notícia: Interpol revela que cibercrime já representa 30% dos crimes registrados em países da região Ásia-Pacífico.

Perguntas frequentes

Qual a porcentagem de crimes que o cibercrime representa na Ásia e Pacífico Sul?

Segundo o relatório da INTERPOL, mais da metade dos países pesquisados na Ásia e Pacífico Sul relatam que o cibercrime já equivale a cerca de 30% de todos os crimes registrados nacionalmente.

Quais tipos de cibercrime são mais comuns na região?

O phishing é a forma mais disseminada e lucrativa de cibercrime. Ataques de ransomware e golpes com uso de inteligência artificial e deepfakes também estão em forte ascensão.

Por que o cibercrime está crescendo tanto?

O crescimento é impulsionado pela digitalização acelerada, maior uso de serviços financeiros online, redes criminosas mais organizadas e o uso de novas tecnologias como a IA para potencializar golpes.

O que a INTERPOL está fazendo para combater isso?

A INTERPOL coordena esforços conjuntos com as forças policiais da região para combater a criminalidade digital. Isso inclui operações contra infraestrutura criminosa, investigações colaborativas e iniciativas para melhorar a resiliência cibernética.

Fontes

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Categoria
CEVIU Segurança da Informação
Publicado
26 de junho de 2026
Editoria
CEVIU Segurança da Informação

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