Substack pode ser um atalho de custo zero para impulsionar a sua marca
Aprofundamento CEVIU
Aprofundamento
A tese da fonte é direta: no Substack, o crescimento vem de recomendações entre newsletters. Quando alguém assina, a plataforma mostra algumas newsletters que o autor recomenda, e o leitor assina cada uma com um clique. O autor relata que, neste verão, o Google lhe enviou 415 novos assinantes e o Substack, 20.444, sem postar nos Notes. A M.M.LaFleur, segundo a fonte, migrou do WordPress e hoje tira mais de 70% dos novos assinantes dessas recomendações.
Na prática, a fonte descreve um roteiro. Primeiro, importar a lista de e-mails de clientes para o primeiro post não sair para zero pessoas. Depois, buscar recomendações: trocar com empresas que vendem para o mesmo comprador (a PostHog recomenda 10 newsletters de engenharia e as 10 a recomendam de volta), olhar as estatísticas de audiência para achar quem já divide leitores com a marca, pedir que funcionários recomendem a newsletter da empresa e incluir a recomendação nos acordos de patrocínio (a Ramp patrocina a TBPN, e a newsletter da TBPN recomenda a da Ramp). Outro ponto: a fonte diz que quem recomenda tem 3 vezes mais chance de ser recomendado de volta. O conteúdo deve vir de quem constrói o produto, como no caso da Fin, onde o CTO publicou o e-mail em que pedia à equipe para dobrar a produção com IA e, nove meses depois, um balanço.
O que mudou
A cobertura anterior ajuda a ver a peça no contexto do Substack. Em 12 de outubro de 2026, o CEVIU noticiou "Substack Inova Patrocínios para Criadores com Novos Formatos e Métricas Avançadas", sobre novos formatos de patrocínio na plataforma. Agora o foco é outro: a recomendação entra como contrapartida dentro do patrocínio, como no caso Ramp e TBPN. Em 30 de setembro de 2026, o CEVIU publicou "De 90 a 770 Inscritos em 4 Dias: O Segredo da Newsletter Viral no Substack", outro exemplo de crescimento rápido na plataforma. E em 13 de março de 2026, em "Como a PostHog Construiu um Motor de Marketing que Realmente Gera Crescimento", o CEVIU tratou da PostHog, que agora aparece como exemplo de troca de recomendações.
Por que isso importa
Para quem faz marketing de conteúdo em B2B, a leitura é que a newsletter deixa de depender de busca e passa a depender de relacionamento com pares. Isso custa tempo e boa escrita, não mídia. Vale o cuidado de tratar os números como relato de um único autor: o resultado dele não garante o mesmo retorno para outra marca.
Linha do tempo
CEVIU noticia como a PostHog construiu seu motor de marketing.
CEVIU noticia newsletter no Substack que foi de 90 a 770 inscritos em 4 dias.
CEVIU noticia novos formatos de patrocínio e métricas no Substack.
Publicada a análise do Substack como canal gratuito de tráfego via recomendações entre newsletters.
Perguntas frequentes
Como o Substack envia assinantes para outras newsletters?
Quando alguém assina uma newsletter, a plataforma mostra algumas outras que o autor recomenda. O leitor pode assinar cada uma com um clique. É daí que vem boa parte do tráfego descrito na fonte.
Como encontrar parceiros para trocar recomendações?
Nas estatísticas de audiência, o Substack mostra quais outras newsletters seus assinantes leem. As que aparecem no topo já dividem leitores com a sua marca, então são os melhores candidatos. A sugestão é recomendar primeiro e depois mandar uma mensagem no LinkedIn pedindo a retribuição.
Dá para incluir recomendação em acordos de patrocínio?
Sim, segundo a fonte. A Ramp patrocina a TBPN e a newsletter da TBPN no Substack recomenda a da Ramp. A orientação é pedir a recomendação a quem você já paga, porque ela continua trazendo leitores depois do anúncio.
Quem deve escrever a newsletter da empresa?
A fonte defende que seja a equipe que constrói o produto. Se engenheiros não querem escrever, a alternativa é entrevistá-los e publicar o texto em nome deles, com as palavras deles.
Fontes
- marketingideas.comfonte original
- Categoria
- CEVIU Marketing
- Publicado
- 03 de novembro de 2026
- Editoria
- CEVIU Marketing

