Content marketing tradicional perde espaço para creators, fundadores e conteúdo curto
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A publicação no LinkedIn, assinada por um executivo que se apresenta como SVP Agentic GTM & Systems e ex-CMO, afirma que o content marketing como se conhecia acabou. O argumento parte de números que o autor cita sem apontar a fonte: os AI Overviews teriam cortado em 58% os cliques para o primeiro resultado, apenas 1% das pessoas clicaria em um link dentro do resumo de IA, e mais da metade dos artigos online seria escrita por IA. Em B2B, o preenchimento de formulários ficaria abaixo de 4%, a abertura de e-mail cairia (43%) e o clique, a 2%.
O novo playbook, segundo o autor, tem cinco frentes. Programas de creators: a HubSpot geraria mais crescimento com creators do que com blogs, e a Clay transformou usuários em creators, levando o LinkedIn de 8 mil para 40 mil seguidores em 10 meses. Fundadores com ponto de vista, porque a IA entrega boas práticas e o fundador entrega perspectiva própria. Originalidade: a Ramp contratou um jornalista de dados para transformar dados de clientes em conteúdo que os LLMs não têm. Entretenimento, com redatores de comédia e creators nas equipes. E conteúdo curto, apontado como o mais influente em vendas B2B no ano anterior.
O que mudou
A tese não é isolada na cobertura do CEVIU. Em 23 de julho de 2026, a matéria "Blogs B2B: A Evolução da Estratégia para Mídias Próprias" já descrevia o blog focado em SEO perdendo terreno com as buscas zero-click. Em 17 de julho de 2026, "A Revolução do Conteúdo Social no B2B: Onde o Marketing Precisa Estar Agora" tratava da IA respondendo direto no Google e em assistentes. Em 11 de julho de 2026, "A Ascensão dos Criadores: Repensando a Construção de Marcas na Era Digital" apontava a mudança de poder para os criadores. E em 9 de outubro de 2026, "Marketing de Conteúdo e SEO: Abandone Estas Práticas para 2026" listava práticas a abandonar. A novidade agora é o pacote: a publicação junta diagnóstico e receita (creators, fundadores, originalidade, humor e formato curto) com exemplos de empresas.
Por que isso importa
Para quem opera conteúdo B2B, a leitura é que medir sucesso só por tráfego orgânico e conversão em formulário fica frágil. Os números citados vêm de um post de opinião, sem fonte declarada, então vale checar contra os dados do seu próprio funil antes de mudar o orçamento. O ponto mais acionável é a originalidade: dado proprietário e visão de fundador são difíceis de replicar por IA.
Linha do tempo
CEVIU noticia a ascensão dos criadores na construção de marcas.
CEVIU aborda o conteúdo social no B2B diante das respostas diretas da IA.
CEVIU noticia a migração dos blogs B2B para mídias próprias.
CEVIU lista práticas de SEO e conteúdo a abandonar em 2026.
Publicação no LinkedIn defende creators, fundadores e conteúdo curto no lugar do content marketing tradicional.
Perguntas frequentes
O que o content marketing tradicional fazia?
Segundo a publicação, ele se apoiava em SEO e em conteúdo restrito (gated content), em que o usuário preenche um formulário para acessar o material. O autor sustenta que a IA tornou esse modelo commodity.
Quais exemplos de empresas o autor cita?
A HubSpot, que geraria mais crescimento com creators do que com blogs. A Clay, que transformou usuários em creators e foi de 8 mil a 40 mil seguidores no LinkedIn em 10 meses. E a Ramp, que contratou um jornalista de dados para criar conteúdo com dados de clientes.
Por que o conteúdo curto ganha peso?
O autor afirma que as pessoas querem consumir muito conteúdo em pedaços pequenos. Ele diz que o formato curto foi o conteúdo mais influente nas vendas B2B no ano anterior, sem citar a fonte do dado.
Os números do post são confiáveis?
A publicação não indica a origem dos dados, como a queda de 58% nos cliques ou os 4% de preenchimento de formulários. Trate como indicativo de tendência e valide com as métricas da sua operação.
Fontes
- linkedin.comfonte original
- Categoria
- CEVIU Marketing
- Publicado
- 23 de outubro de 2026
- Editoria
- CEVIU Marketing

