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Veículos robóticos com software RACER da DARPA localizam alvo em Fort Knox, com aprovação humana do ataque

DARPA testa veículos robóticos com software RACER em Fort Knox, com aprovação humana para o ataque

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Aprofundamento

O teste de 15 de outubro, no St. Vith Range, em Fort Knox (Kentucky), reuniu quatro veículos terrestres autônomos rodando o software RACER, sigla de Robotic Autonomy in Complex Environments with Resiliency. O programa da DARPA mira mobilidade off-road autônoma em velocidade pelo menos comparável à de um motorista humano. Segundo Jason Gregory, assessor técnico da agência, são cerca de cinco anos de desenvolvimento de software. A proposta é pegar um veículo que já tenha conjunto de sensores e direção drive-by-wire e instalar a camada de autonomia, para que ele receba tarefas de um soldado em vez de ser conduzido manualmente.

No cenário, um operador recebeu imagem de satélite com uma ameaça simulada e despachou a equipe. O veículo líder seguiu por uma estrada, avistou um possível alvo no meio de uma colina e parou à espera de comando. Ele levava um drone em caixa fechada, que em uso real poderia inspecionar o alvo ou levar munição. Outros dois veículos avançaram para dar cobertura, e um foguete simulado atingiu um ponto a cerca de 300 jardas, em outra colina. Movimento e detecção são autônomos. Cada alvo detectado gera um recorte da imagem enviado a um humano, que precisa aprovar qualquer engajamento. Foi a primeira demonstração do time ligando imagens de satélite a operações táticas em solo, depois de testes de componentes e de integração em instalações dos contratados. O pedido veio do Comando Europeu dos EUA (EUCOM), e Fort Knox foi sugerido por representar o terreno europeu. Segundo o Exército, outras cargas permitiriam levar comida, munição e suprimentos ou apoiar evacuação de feridos. Um novo teste está previsto para dezembro, quando a DARPA pretende perguntar a soldados como usariam os sistemas.

Por que isso importa

Para quem trabalha com robótica de campo, o recado é de arquitetura: a autonomia fica na mobilidade e na percepção, e a decisão letal fica fora do laço. Isso empurra o requisito para sensores, enlace de comunicação e qualidade do recorte de imagem enviado ao operador. Na leitura editorial, o RACER desacoplado da plataforma (qualquer veículo com sensores e drive-by-wire) tende a baratear a adaptação de frotas, mas isso é inferência, não algo dito pela fonte.

Perguntas frequentes

O que é o RACER da DARPA?

É o programa Robotic Autonomy in Complex Environments with Resiliency. Ele desenvolve software de autonomia para veículos viajarem off-road em alta velocidade, em ritmo ao menos comparável ao de um motorista humano. Segundo a DARPA, são cerca de cinco anos de trabalho.

Os veículos atiram sozinhos?

Não. Movimento, detecção e deslocamento são autônomos, mas cada alvo detectado é enviado como recorte de imagem a um humano. Só ele pode aprovar o engajamento. Nas palavras de Gregory, os robôs não puxam o gatilho até um humano mandar.

Por que o teste foi em Fort Knox?

O Comando Europeu dos EUA pediu para explorar robôs que detectam ameaças à frente dos soldados. Fort Knox foi recomendado porque seu terreno representa o teatro europeu, segundo Gregory.

Qual é o próximo passo do projeto?

Um novo teste está previsto para dezembro. A DARPA pretende perguntar a soldados como eles empregariam os sistemas. O Exército também cita cargas alternativas, como suprimentos e evacuação de feridos.

Fontes

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Categoria
CEVIU Hardware
Publicado
26 de outubro de 2026
Editoria
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