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Marc Zeller troca Gnosis Pay pelo ether.fi Cash como cartão principal

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Marc Zeller não trocou de cartão por capricho: a mudança do Gnosis Pay para o ether.fi Cash ocorre dias após uma exploração crítica no módulo Zodiac Delay da Gnosis, que permitiu transações não autorizadas em 1º de junho. O incidente forçou pausa operacional, deslistagem parcial do GNO na Bithumb e uma migração urgente para infraestrutura segura, enquanto o ether.fi Cash, recém-migrado para a OP Mainnet, registrou US$ 220 milhões em TVL, o maior valor já visto na rede. A decisão reflete uma escolha técnica clara: um cartão não custodial com Safe Vault (multisig sob controle total do usuário), cashback em wETH, taxa de câmbio de 1% (ou zero para EUR em beta) e conversão BRL→USDC via PIX a 0,5%, contra um concorrente ainda em recuperação operacional.

O timing também é estratégico: a transição coincide com a expansão do ether.fi em ativos do mundo real, como o Plume RWA Vault de US$ 100 milhões lançado em 4 de junho, e sua integração com o Telegram Wallet Earn. Enquanto isso, o mercado de pagamentos on-chain cresce a passos acelerados: os gastos com cartões vinculados a stablecoins atingiram US$ 4,5 bilhões em 2025, um salto de 673% frente a 2024. Não é só conveniência: é a consolidação de uma camada de infraestrutura que une DeFi, TradFi e UX realista, sem depender de bancos intermediários ou de custódia centralizada.

O que mudou

A mudança não é apenas pessoal: é um indicador de inflexão técnica e de confiança. Antes da falha de segurança do Gnosis Pay em 1º de junho, o projeto era visto como um dos mais maduros para pagamentos onchain com suporte a GNO e múltiplas stablecoins. Agora, com operações suspensas e reestruturação em curso, o ether.fi Cash assume posição de liderança prática, não teórica. Enquanto o Gnosis Pay ainda está em fase de retomada (prevista para 3 de junho), o ether.fi já opera na OP Mainnet, oferece cashback em wETH depositado diretamente na carteira do usuário e suporta PIX como método de recarga local, algo inédito entre cartões cripto de alta performance no Brasil.

Por que isso importa

Isso importa porque mostra que a adoção diária de cripto não depende mais de narrativas especulativas, mas de infraestrutura resiliente, taxas transparentes e experiência localizada. Um fundador de peso como Zeller migrando seu fluxo principal de pagamento é um sinal forte para desenvolvedores, reguladores e usuários: a guerra dos cartões cripto não é mais sobre quem tem o melhor whitepaper, mas quem entrega segurança real, custos inferiores aos bancos tradicionais (4–6% no Brasil vs. 1% do ether.fi) e integração com o ecossistema local, como PIX e apps de pagamento mobile. É o momento em que 'usar cripto no dia a dia' deixa de ser slogan e vira rotina com rastreabilidade, autonomia e economia mensurável.

Linha do tempo

  1. Revolut lança cartão físico com tema Dogecoin, sinalizando entrada de fintechs tradicionais no mercado de pagamentos cripto

  2. Exploração de segurança no Gnosis Pay devido à vulnerabilidade no módulo Zodiac Delay

  3. GNO colocado em lista de observação para deslistagem pela Bithumb

  4. Retomada gradual das operações do Gnosis Pay com nova infraestrutura de segurança

  5. ether.fi lança Plume RWA Vault de US$ 100 milhões e migra cartão para OP Mainnet

  6. Marc Zeller anuncia troca definitiva do Gnosis Pay pelo ether.fi Cash como cartão principal

Perguntas frequentes

O que aconteceu com o Gnosis Pay que levou Marc Zeller a trocar de cartão?

Em 1º de junho de 2026, uma vulnerabilidade no módulo Zodiac Delay do Gnosis Pay permitiu transações não autorizadas. O projeto interrompeu operações, prometeu compensação integral e retomou gradualmente em 3 de junho. A falha abriu espaço para alternativas mais estáveis, como o ether.fi Cash.

Como o ether.fi Cash funciona no Brasil? Posso usar com PIX?

Sim. O ether.fi Cash permite recarga via PIX com conversão BRL→USDC a 0,5% de taxa. O cartão é Visa, aceito em qualquer estabelecimento físico ou online que aceite Visa, inclui Apple Pay e Google Pay, e não cobra anuidade no plano Core.

É realmente não custodial? Onde ficam meus fundos?

Sim. Seus fundos ficam em um Safe Vault, um contrato inteligente multisig controlado exclusivamente por você. Nenhuma entidade terceira tem acesso às chaves privadas ou pode mover seus ativos sem sua aprovação explícita.

Qual é a diferença entre ether.fi Cash e cartões como o da Revolut?

O ether.fi Cash é não custodial e opera diretamente com cripto e stablecoins na blockchain (OP Mainnet), com cashback em wETH na sua carteira. A Revolut, embora tenha lançado cartão físico com tema Dogecoin, mantém custódia centralizada e converte cripto para fiat antes da transação, sem autocustódia nem benefícios onchain.

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Categoria
CEVIU Cripto
Publicado
08 de junho de 2026
Fonte
CEVIU Cripto

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