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Aerodrome e Velodrome se fundem no Aero e entram no ar em sete redes

Aerodrome e Velodrome se fundem no Aero e passam a operar em sete redes com token único AERO

Aprofundamento CEVIU

Aprofundamento

Segundo o anúncio do próprio protocolo, o Aero entrou no ar em 21 de outubro, às 20h (horário de Nova York), e unifica Aerodrome e Velodrome em um único sistema, com um token só, o AERO. A rede de liquidez cobre sete redes, incluindo Ethereum, Arbitrum, Robinhood Chain, Ink e Arc. Um pool em uma rede pode preencher ordens de traders de toda a rede, o que mantém a liquidez profunda em menos pools, sem fragmentação entre chains.

O desenho econômico muda em pontos concretos. As recompensas em AERO passam a ser calculadas em dólares, não em tokens, e cada pool pode ter um teto atrelado a um múltiplo da receita projetada, recalibrado com frequência, e não uma vez por semana. O que fica acima do teto nunca é emitido. Toda a receita das exchanges vai para quem faz stake em sAERO e aloca as recompensas. Para LPs que preferem taxas, o Slipstream V3 traz taxas dinâmicas e recaptura de MEV em L2s compatíveis. Os metaswaps combinam bridge, roteamento e swap em uma transação.

O que mudou

Em 28 de setembro de 2026, o CEVIU noticiou em "Aero Unifica Liquidez de Aerodrome e Velodrome em Sete Blockchains" que a estreia estava marcada para 21 de outubro. O lançamento agora está confirmado e disponível, na data prevista e nas sete redes.

Em 23 de junho de 2026, em "Aerodrome nunca fez captação nem vendeu tokens", o CEVIU registrou que o protocolo não tinha captação nem venda de tokens. O Aero mantém essa linha: sem venda e sem VC, com todo o supply atualizado indo a holders de AERO, veAERO, VELO e veVELO.

Por que isso importa

Para quem opera liquidez ou analisa DEXs, a mudança central é o teto de emissão atrelado à receita projetada. Isso tenta ligar o custo dos incentivos ao que o pool realmente gera. Se funciona, só os dados dos próximos meses mostram. As métricas de ações tokenizadas, FX e bitcoin vêm do próprio protocolo, então convém tratá-las como alegação da fonte até haver verificação independente.

Linha do tempo

  1. CEVIU publica a tese de que a receita de swaps do Aerodrome vai 100% a detentores de veAERO.

  2. CEVIU noticia que o Aerodrome nunca fez captação nem vendeu tokens.

  3. CEVIU cobre a expectativa de expansão do Aerodrome com ações tokenizadas.

  4. CEVIU noticia a estreia do Aero marcada para 21 de outubro em sete blockchains.

  5. Aero entra no ar em sete redes com token único AERO, após lançamento em 21 de outubro.

Perguntas frequentes

O que é o Aero?

É a fusão de Aerodrome e Velodrome em uma única camada de liquidez com um token, o AERO. Opera em sete redes, entre elas Ethereum, Arbitrum e Robinhood Chain. Toda a receita das exchanges vai para quem faz stake em sAERO.

Como foi distribuído o novo token AERO?

Todo o supply atualizado foi para holders de AERO, veAERO, VELO e veVELO. A divisão foi de 94,5% para a comunidade do Aerodrome e 5,5% para a do Velodrome. A proporção seguiu a participação de cada protocolo na receita combinada das 52 semanas anteriores ao anúncio.

O que acontece com veAERO e veVELO?

Segundo o anúncio, AERO e VELO são atualizados para o novo AERO, e as posições em veAERO e veVELO viram sAERO. A migração é feita nos sites dos protocolos, com instruções no hub de upgrade do Aero.

Como funcionam os incentivos aos provedores de liquidez?

As recompensas são calculadas em dólares e podem ter teto proporcional à receita projetada de cada pool. Tokens acima do teto não são emitidos. O teto sobe se a atividade do pool aumentar.

Fontes

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Categoria
CEVIU Cripto
Publicado
23 de outubro de 2026
Editoria
CEVIU Cripto

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