A nova geração de modelos de IA está superando a era dos prompts simples e agora executa tarefas complexas de forma autônoma através de workflows pré-estruturados. A chave está em criar blueprints detalhados com árvores de decisão e usar configuração visual para orientar os agentes. Resultado: sistemas que trabalham independentemente e entregam outputs prontos para produção.

CEVIU News - CEVIU IA - 5 de março de 2026
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A Perplexity expandiu sua plataforma Computer com o recurso 'Skills', permitindo aos usuários criar instruções de workflow reutilizáveis em markdown para automatizar tarefas complexas. A funcionalidade mira profissionais que buscam resultados consistentes. Paralelamente, está em desenvolvimento o modo 'Final Pass' para revisão de documentos, prometendo melhorar ainda mais o manuseio de arquivos na plataforma.
O poder ilimitado dos laboratórios de IA está atraindo todos os investimentos, transformando a indústria tech numa força política sem precedentes. Com a AGI no horizonte, os incentivos mudarão permanentemente para agradar acionistas, não a sociedade. A segurança da IA precisa ser implementada AGORA, antes que IPOs e competição selvagem tornem isso impossível para sempre.
A equipe do Qwen enfrenta êxodo de talentos principais. Junyang Lin, pesquisador-chefe, anunciou saída no X, seguido por Binyuan Hui (responsável por todo pipeline de treinamento), Bowen Yu (líder da série Qwen-Instruct) e Kaixin Li (colaborador-chave do Qwen 3.5). O timing intriga: os novos modelos Qwen 3.5 mostram desempenho excepcional e grande potencial no mercado de IA.
Vazamentos indicam que o GPT-5.4 chegará com janela de contexto massiva de 1 milhão de tokens, equiparando-se ao Google e Anthropic. O destaque fica para o modo de raciocínio 'extremo', que consumirá mais poder computacional para resolver problemas complexos com maior precisão. A estratégia da OpenAI de lançamentos mais frequentes busca gerenciar expectativas após o hype excessivo do GPT-5, enquanto o crescimento de usuários desacelera.
Novo estudo revela as proporções perfeitas de texto, imagens e vídeo para construir modelos de fundação multimodais nativos. Pesquisa baseada em experimentos controlados de pré-treinamento mapeia as melhores práticas para integrar diferentes tipos de dados desde o início, prometendo revolucionar como desenvolvemos IA que entende múltiplas modalidades simultaneamente.
A Microsoft liberou o Phi-4-reasoning-vision-15B, modelo multimodal de apenas 15 bilhões de parâmetros que rivaliza com sistemas muito maiores. Processa imagens e texto, resolve problemas complexos de matemática e ciência, interpreta gráficos e navega interfaces gráficas. Treinado com 200 bilhões de tokens, volume menor que concorrentes, já está disponível no Microsoft Foundry, Hugging Face e GitHub com licença permissiva.
Embora redes neurais sejam tecnicamente regressões logísticas com mais parâmetros, a escala cria fenômenos emergentes impossíveis de antecipar. O aumento massivo de parâmetros não é apenas quantitativo - gera uma transformação qualitativa fundamental que separa modelos simples da IA moderna.
O CEO da Anthropic, Dario Amodei, partiu para o ataque contra a OpenAI após o anúncio do contrato com o Departamento de Defesa americano. Amodei acusou a rival de mentir sobre as proteções de segurança do acordo militar, escalando a tensão entre as duas gigantes da IA.
O Google lançou o Canvas dentro do Modo IA na Busca, oferecendo aos usuários um espaço de trabalho para redigir documentos, criar dashboards ou prototipar pequenos projetos de codificação diretamente nos resultados da pesquisa.
Sistemas de IA avançados poderão sacralizar princípios como utilidade, segurança e honestidade para coordenar ações entre si. O conceito promete melhor alinhamento global, mas pesquisadores alertam que essa rigidez pode comprometer a eficiência operacional dos sistemas.
Empresas nativas de IA como Linear, Ramp e Factory já tratam agentes de IA como membros plenos da equipe, integrando-os profundamente em todas as operações e funções. Uma nova realidade onde profissionais precisam aprender a 'onboarding' de colegas artificiais, redefinindo completamente a dinâmica de trabalho e colaboração nas organizações.
Emil Michael, do Pentágono, critica cláusulas contratuais que impedem uso militar de IA em operações letais. Para ele, empresas de tecnologia não podem vetar como militares usam seus produtos, desde que seja legal. Tensão entre valores corporativos e necessidades de defesa nacional marca nova era da IA militar.
A Arm equipa praticamente todos os smartphones globais, criando uma infraestrutura massiva para IA on-device que beneficia bilhões de usuários. Com processamento local de IA, a tecnologia elimina dependência da nuvem, reduz latência e garante privacidade. Essa capilaridade coloca a Arm como protagonista na democratização da Inteligência Artificial móvel.
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