IPhone Air de segunda geração entra em testes avançados e chega à primavera de 2027
Aprofundamento CEVIU
Aprofundamento
O iPhone Air de segunda geração (codinome V62) não é só uma atualização incremental: é o primeiro aparelho da Apple a usar uma variante do chip A20 Pro, o mesmo que vai nos iPhones 18 Pro e no iPhone Ultra (dobrável), mas com foco em eficiência, não em desempenho bruto. Ele roda em processo de 2nm da TSMC e incorpora a tecnologia WMCM, que integra RAM diretamente ao wafer. Isso explica a bateria ampliada: parte da economia energética do chip está sendo redirecionada para autonomia, não só para IA.
O modelo mantém o design do original lançado em setembro de 2025, mas resolve dois pontos fracos reais da primeira geração: ausência de lente ultra-wide (agora presente como segunda câmera traseira) e duração limitada de bateria. Não é um 'iPhone Lite': é uma linha intermediária com componentes premium adaptados, como o A20 Pro reduzido em frequência ou com Neural Engine parcialmente desabilitada, mantendo custo controlado sem sacrificar usabilidade prática.
O que mudou
A primeira geração do iPhone Air foi lançada em setembro de 2025 como uma opção mais leve e acessível, mas com apenas uma câmera traseira e autonomia abaixo da média dos concorrentes. Agora, em junho de 2026, a Apple já testa ativamente a segunda geração com duas melhorias concretas confirmadas: lente ultra-wide integrada e bateria ampliada. Isso contrasta com os rumores anteriores de maio, quando ainda não havia confirmação de evolução na câmera nem no chip, agora sabemos que o A20 Pro entra na linha Air antes mesmo do iPhone 18 'normal' (que usará o A20 básico).
Por que isso importa
Esse movimento mostra que a Apple está usando a linha Air como laboratório para escalar tecnologias premium de forma controlada: o A20 Pro chega primeiro aqui, não nos modelos top. Isso acelera a adoção de IA embarcada em dispositivos mais acessíveis, e prepara o terreno para futuros AirPods com câmera (B798), que também dependem de processamento local eficiente. Para o usuário, significa que, em 2027, será possível ter um iPhone com inteligência avançada, boa câmera e bateria sólida por menos do que um iPhone Pro, sem comprometer o ecossistema.
Linha do tempo
Lançamento da primeira geração do iPhone Air
Confirmação do iPhone Ultra (dobrável) para outono de 2026
Detalhamento do design quad-curva para os iPhones Pro de 2027
Notícia sobre AirPods com câmera, iPhone dobrável e edição de 20 anos
iPhone Air de segunda geração entra em testes avançados, com lançamento previsto para primavera de 2027
Perguntas frequentes
O iPhone Air de segunda geração vai ter o mesmo chip dos iPhones Pro?
Não exatamente. Ele usa uma variante do A20 Pro, o mesmo silício em 2nm com WMCM, mas ajustada para equilibrar desempenho, consumo e custo. A Neural Engine pode ter menos núcleos, e a GPU pode rodar em frequência reduzida. É o mesmo chip 'de origem', não o mesmo chip 'igual'.
Por que a Apple está colocando uma lente ultra-wide agora, se o Air original saiu sem?
A reclamação mais frequente sobre o iPhone Air de primeira geração foi justamente a falta de versatilidade na câmera. A adição da ultra-wide corrige isso de forma direta, e aproveita o espaço físico já existente no módulo, sem exigir redesign estrutural. É uma melhoria de custo-benefício alto.
Esse iPhone Air vai rodar a Apple Intelligence igual aos modelos Pro?
Sim, mas com limitações práticas. A Neural Engine do A20 Pro na versão Air suporta todos os recursos locais da Apple Intelligence (como escrita assistida e resumo de mensagens), mas funções que exigem muita memória ou processamento contínuo, como análise visual em tempo real, podem ser desativadas ou limitadas.
Qual é a relação entre esse iPhone Air e os outros produtos de 2027 da Apple?
Ele faz parte de uma camada estratégica: enquanto o iPhone Ultra (dobrável) e o iPhone de 20 anos são 'flagships experimentais', o iPhone Air é o 'workhorse', absorve inovações-chave (como o A20 Pro em 2nm) e as leva ao maior número possível de usuários. Os AirPods com câmera (B798), por exemplo, dependem dessa mesma base de processamento eficiente.
Fontes
- bloomberg.comfonte original
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- Publicado
- 18 de junho de 2026
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