Trate a saída de agentes de IA como saída de compilador
O desconforto com bases de código geradas automaticamente por IA reflete uma questão já resolvida pelos compiladores: ninguém revisa a saída do compilador porque os aparatos upstream (sistemas de tipos e especificações) e downstream (testes, monitoramento e rollback) tornam desnecessário ler o artefato. O equivalente ainda não existe para agentes de código — prompts não são especificações formais, suítes de teste não conseguem capturar código plausível-mas-incorreto 50x mais rápido que humanos, e pipelines de IA-verificando-IA são adaptações posteriores em vez de CI de primeira classe. Bases de código totalmente automatizadas devem ser tratadas como um objetivo de design que especifica qual infraestrutura de verificação deve ser construída, não uma inevitabilidade para a qual se preparar.
- Categoria
- CEVIU Web Dev
- Publicado
- 13 de maio de 2026
- Fonte
- CEVIU Web Dev
