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SAP e NVIDIA Impulsionam a Empresa Nativa em IA

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A parceria SAP-NVIDIA não é só mais uma integração de API: ela redefine como infraestrutura de IA se encaixa na arquitetura corporativa. Enquanto a maioria das empresas ainda luta para conectar LLMs genéricos a sistemas legados, essa aliança entrega um stack fechado, do runtime NVIDIA OpenShell (que isola agentes em ambientes seguros) ao modelo SAP-ABAP-1 (treinado exclusivamente em código ABAP) e ao cuOpt acelerado por GPU integrado ao SAP IBP. Isso significa que a modernização de lógica de negócios não depende de reescrita manual ou de consultorias de migração cara: o agente entende o contexto operacional real, executa dentro dos limites de governança da BTP e responde com precisão em tempo útil, não em horas, mas em segundos.

O ganho estratégico está na soberania operacional: os 84% do comércio global que rodam SAP não precisam exportar dados sensíveis para nuvens públicas externas. Tudo acontece no perímetro controlado da SAP Business AI Platform, com modelos locais, RAG via NeMo Retriever sobre dados corporativos e inferência otimizada por NIM, que já suporta mais de 100.000 modelos na arquitetura da SAP, com até 20% de ganho em latência frente a motores open source. Para CIOs, isso reduz riscos de compliance, corta custos operacionais em até 30% e acelera ciclos de implantação de IA em 40, 60% em setores regulados como saúde e serviços públicos.

Por que isso importa

Empresas que adotam essa camada nativa de IA dentro de SAP deixam de tratar IA como um módulo periférico e passam a usá-la como parte integrante da governança de sistemas, com agentes que não apenas sugerem, mas executam, auditam e autoajustam processos em tempo real. Um exemplo concreto: a Foxconn usa essa mesma pilha para simular cenários de interrupção na cadeia de suprimentos com cuOpt + IBP, reduzindo o tempo de resposta a falhas logísticas de dias para minutos. Isso não é automação de tarefa, é reconfiguração dinâmica da arquitetura de negócios.

Perguntas frequentes

O que diferencia os Joule Agents da SAP dos assistentes de IA tradicionais?

Eles não são apenas interfaces conversacionais. São agentes autônomos executados no NVIDIA OpenShell, com isolamento de rede e sistema de arquivos, capazes de disparar transações em S/4HANA, atualizar planos no IBP ou gerar relatórios no Datasphere sem intervenção humana. Já estão disponíveis em mais de 400 cenários de uso, com 90% de redução no tempo de navegação para usuários finais.

Como a SAP garante segurança e conformidade com dados sensíveis nessa arquitetura?

Através de três pilares: execução local em ambiente controlado (não em nuvem pública), runtime OpenShell com contenção de infraestrutura e RAG alimentado exclusivamente por dados corporativos indexados no SAP Datasphere. Não há envio de dados para modelos externos, tudo é processado dentro do perímetro da BTP.

Quais são os principais casos de uso já em produção com essa parceria?

Modernização automatizada de código ABAP legado, manutenção preditiva em fábricas com Metropolis + S/4HANA, previsão de demanda em tempo real no varejo com IBP + cuOpt, detecção de fraude em serviços financeiros com SuccessFactors + NeMo RL e gestão inteligente de armazéns com Cosmos + Signavio.

É necessário migrar para S/4HANA Cloud para usar essas funcionalidades?

Não. A plataforma SAP Business AI está disponível tanto para S/4HANA Cloud quanto para ambientes on-premise e híbridos. O SAP AI Core e o generative AI hub funcionam independentemente da versão do ERP, desde que integrados à BTP, o que permite adoção progressiva mesmo em ambientes com sistemas antigos.

Fontes

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Categoria
CEVIU TI
Publicado
19 de março de 2026
Editoria
CEVIU TI

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