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Google desenvolve chip IA "Frozen v2" para otimizar Gemini em hardware até 2028
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Google planeja chip 'Frozen v2' para otimizar Gemini e reduzir custos operacionais no Google Cloud

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Aprofundamento

O desenvolvimento do chip 'Frozen v2' pelo Google é um movimento estratégico crucial para a governança e arquitetura da sua infraestrutura de IA no Google Cloud. Ao integrar o modelo Gemini diretamente ao hardware, a empresa busca otimizar a performance e, principalmente, reduzir custos operacionais. Esta verticalização permite um controle mais apurado sobre o stack tecnológico, desde o silício até a aplicação, resultando em ganhos de eficiência que podem ser de seis a dez vezes superiores aos chips atuais, conforme apontado por nossa cobertura em 21 de julho de 2026.

Essa abordagem visa mitigar gargalos de capacidade e diminuir a dependência de computação de uso geral. Com o 'Frozen v2', o Google pretende liberar seus TPUs para outras demandas, ajustando sua estratégia de hardware, como já abordamos em junho de 2026 na matéria sobre a empresa alugando capacidade de TPUs. A meta é otimizar a arquitetura de custos de IA e acelerar a entrega de valor para clientes corporativos que demandam processamento intensivo em IA no ambiente de nuvem.

O que mudou

Nossas matérias anteriores, de 21 de julho de 2026, já mencionavam o 'Frozen v2' como um plano. Agora, a notícia atual e a análise de mercado confirmam a ambição do Google em integrar partes do modelo Gemini diretamente ao hardware, transformando um rumor em uma estratégia de desenvolvimento concreta com data de lançamento prevista para 2028. O conceito de 'congelar' modelos, que havíamos explorado em 29 de junho de 2026 com o 'Multi-Token Prediction congelado' para o Gemini Nano no Pixel, agora se expande para a infraestrutura de nuvem com um chip dedicado.

A evolução também está na explicitação dos benefícios estratégicos: além de impulsionar o Gemini, o objetivo é a redução massiva de custos operacionais no Google Cloud e a otimização do uso dos TPUs. O que antes era uma busca por eficiência geral em IA agora é um pilar para a arquitetura e precificação dos serviços de nuvem do Google, com repercussão inclusive no mercado financeiro, como mostram os ganhos da Alphabet após o anúncio.

Por que isso importa

Para CIOs e arquitetos de soluções, a chegada do 'Frozen v2' significa que o Google está solidificando sua posição na vanguarda da computação de IA, com um controle inédito sobre toda a pilha tecnológica. Isso pode se traduzir em custos mais previsíveis e um desempenho superior para aplicações intensivas em IA no Google Cloud. A capacidade de integrar a arquitetura Gemini diretamente no silício reduz a latência e aumenta o throughput, sendo um fator decisivo na escolha de plataformas para projetos de transformação digital.

A iniciativa também é um sinal claro da busca por independência de fornecedores externos de chips e da maximização do retorno sobre o investimento bilionário em IA. Para as empresas, ter acesso a uma infraestrutura de nuvem com hardware otimizado especificamente para IA significa maior competitividade, agilidade no desenvolvimento de modelos e, em última instância, uma redução significativa no Custo Total de Propriedade (TCO) das suas operações de inteligência artificial.

Linha do tempo

  1. Google anuncia avanços em IA em maio de 2026: Gemini 2.5 Pro, agentes autônomos e integração com Android.

  2. Google adota estratégia da Nvidia para transformar TPUs em negócio de chips de IA.

  3. Como o Google acelerou os modelos Gemini Nano no Pixel usando Multi-Token Prediction congelado.

  4. Google mira 2028 com novo chip Frozen v2 para impulsionar o Gemini e reduzir custos de IA.

  5. Google planeja chip com arquitetura Gemini integrada, mira em IA mais eficiente.

  6. Google Expande Família Gemini com Modelos 3.6 Flash, 3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber para Otimização e Segurança.

  7. Google planeja chip 'Frozen v2' para otimizar Gemini e reduzir custos operacionais no Google Cloud.

Perguntas frequentes

O que é o chip 'Frozen v2'?

O 'Frozen v2' é um novo chip de servidor de IA que o Google está desenvolvendo, com lançamento previsto para 2028. Seu principal objetivo é integrar partes do modelo Gemini diretamente ao hardware, otimizando o desempenho e a eficiência energética, reduzindo os custos operacionais no Google Cloud.

Por que o Google está desenvolvendo chips de IA customizados?

A empresa busca aprimorar a eficiência do modelo Gemini, reduzir o consumo energético e mitigar gargalos de capacidade no Google Cloud. Chips customizados permitem maior controle sobre a performance e custos, além de diminuir a dependência de hardware de terceiros, como já havíamos apontado em nossa cobertura.

Como o 'Frozen v2' impacta o Google Cloud?

O chip visa otimizar a arquitetura de custos da infraestrutura de IA do Google Cloud, liberando os TPUs para outras demandas e garantindo maior previsibilidade de performance. Essa estratégia pode oferecer serviços de IA mais competitivos e eficientes para os clientes da nuvem.

O que significa 'integrar partes do modelo Gemini diretamente ao hardware'?

Significa que componentes específicos da rede neural do Gemini serão 'congelados' e embutidos no design do chip. Isso permite que certas operações sejam executadas de forma nativa e muito mais rápida pelo hardware, em vez de depender de software ou de processadores de uso geral, como já foi explorado pelo CEVIU em relação ao Gemini Nano.

Fontes

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Categoria
CEVIU TI
Publicado
22 de julho de 2026
Editoria
CEVIU TI

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