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Xiaomi Pad 9 Pro Max impressiona em análise do Notebookcheck, com foco em GPU, bateria e DisplayPort-in

Xiaomi Pad 9 Pro Max impressiona em análise do Notebookcheck, com foco em GPU, bateria e DisplayPort-in

Aprofundamento CEVIU

Aprofundamento

A análise do Notebookcheck (revisão assinada em 30 de outubro de 2026) trata o Pad 9 Pro Max como um tablet de 13,3 polegadas com tela LCD 3:2, mais de 300 PPI e brilho de até 1.000 nits, valor que o laboratório confirmou nas próprias medições de HDR e APL18. O painel usa DC dimming em toda a faixa de brilho e tem certificações TÜV Rheinland, então não há flicker de PWM. As cores ficaram boas, mas o veículo não chegou ao desvio abaixo de 1 que a Xiaomi especifica.

No desempenho, o chipset Xring O3 tem 10 núcleos de CPU, até 4,35 GHz, e GPU G2 Ultra NX de 16 núcleos. No Geekbench 6, o tablet fica próximo do iPad Air com M4. Na GPU, o teste mediu 85 FPS no teste 4K e 144 FPS no GFXBench on-screen. Os benchmarks de IA ficaram apenas no "ok". Nos testes de estresse do 3DMark, o desempenho caiu até cerca de 40%, mais que o esperado, embora o ponto mais quente da carcaça tenha chegado a só 42 °C. A bateria é de 12.000 mAh, com carga de 120 W e carga reversa de 27 W, e o teste de Wi-Fi passou de 24 horas. Não há 5G nem GNSS por satélite, só Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0. O aparelho avaliado é uma unidade importada, e a Xiaomi não deu informação sobre lançamento fora da China.

O que mudou

A cobertura anterior do CEVIU não acompanha este tablet, então não há evolução do mesmo produto para comparar. O ponto de contato mais próximo é a matéria de 9 de outubro de 2026, "IPad Air M4 redefine o custo-benefício para artistas digitais, mas o Pro ainda brilha em nichos". Ela trata do iPad Air M4, que o Notebookcheck usa agora como referência de Geekbench 6 para o Xring O3.

Por que isso importa

Para quem acompanha chips móveis, o dado central é a GPU de um SoC proprietário de segunda geração competir com a Apple em tablets. Para quem pensa em usar o tablet como segunda tela de um laptop, o DisplayPort-in é o recurso que muda o uso. Como a disponibilidade fora da China é incerta, a leitura prática por ora é de referência de mercado, não de compra.

Linha do tempo

  1. CEVIU publica sobre o iPad Air M4, hoje comparado ao Xring O3 no Geekbench 6.

  2. Notebookcheck publica análise do Xiaomi Pad 9 Pro Max, com destaque para GPU, bateria e DisplayPort-in.

Perguntas frequentes

Quanto custa o Xiaomi Pad 9 Pro Max?

Na China, a versão de 12 GB + 256 GB parte do equivalente a US$ 730. A configuração com 16 GB de RAM e 1 TB custa cerca de US$ 1.119. O Notebookcheck comprou a unidade de teste via importação.

O Pad 9 Pro Max será vendido na Europa ou no Brasil?

Não há confirmação. A Xiaomi não informou nada sobre lançamento internacional fora da China. O Notebookcheck diz que a disponibilidade oficial do modelo Pro Max na Europa é incerta.

O que é o DisplayPort-in do tablet?

É a entrada de vídeo e áudio pela porta USB-C (USB 3.2). Com ela, a tela de 13,3 polegadas funciona como monitor secundário de um laptop. O Notebookcheck considera o recurso obrigatório em qualquer tablet flagship.

Qual a autonomia da bateria do Pad 9 Pro Max?

A bateria tem 12.000 mAh. No teste de Wi-Fi do Notebookcheck, com brilho padronizado, o tablet passou de 24 horas. A recarga é de até 120 W via USB-C.

Fontes

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Categoria
CEVIU Smartphones e Acessórios
Publicado
02 de novembro de 2026
Editoria
CEVIU Smartphones e Acessórios

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