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Playbook de growth em seis passos mostra as ferramentas, de analytics à comunicação de produto

Aprofundamento CEVIU

Aprofundamento

O playbook é de Andrew, ex-head of growth no Wistia e no Postscript, e organiza o trabalho de growth em seis passos, cada um com uma ferramenta: achar a alavanca (Mixpanel), entender o porquê (FullStory), reduzir o risco da correção (UserTesting), testar a correção (VWO), cutucar o usuário dentro do produto (Pendo) e acompanhar fora do produto (HubSpot). O autor diz que as ferramentas alimentam umas às outras e que nenhuma empresa pagou pela citação, embora ele aconselhe uma delas.

Os exemplos dão peso ao método. No Wistia, o Mixpanel mostrou que cerca de metade dos cadastros nunca subia um vídeo. As gravações de sessão no FullStory revelaram que quem apertava play no vídeo de exemplo assistia até o fim. Trocar o vídeo por uma versão educativa elevou a ativação em cerca de 30% no grupo de teste. Em testes de preço, duas páginas com o mesmo valor e as mesmas funcionalidades tiveram percepções opostas: "10 vídeos incluídos" soou caro, "primeiros 10 vídeos grátis" soou como bom pacote. No Postscript, liberar a navegação entre site e App Store da Shopify aumentou os cadastros em cerca de 20%, contra a intuição do autor.

Por que isso importa

Para quem lidera produto, o recado é de sequência, não de ferramenta. Analytics aponta onde o funil vaza, replay e entrevista explicam o motivo, e só depois o teste A/B valida. Isso evita priorizar backlog no escuro e ajuda a ligar o que foi entregue a impacto de negócio, não só a cliques. O próprio autor admite que a stack é substituível (cita PostHog, GrowthBook, Userbrain e Hotjar), então vale copiar o fluxo e adaptar o orçamento.

Linha do tempo

  1. Playbook de growth em seis passos detalha ferramentas de analytics à comunicação de produto.

Perguntas frequentes

Quais são os seis passos do playbook de growth?

Achar a alavanca de crescimento, entender o porquê do problema, reduzir o risco da correção antes de lançar, testar a correção, orientar usuários dentro do produto e fazer follow-up fora dele. Cada passo tem uma ferramenta associada: Mixpanel, FullStory, UserTesting, VWO, Pendo e HubSpot.

Por que usar teste com usuários antes do teste A/B?

Segundo o autor, o teste com usuários valida a solução antes do lançamento e explica o motivo das reações. Um A/B pode mostrar qual versão vence, mas leva semanas e não diz por quê, o que impede reaproveitar o aprendizado em outras partes do funil.

Existem alternativas às ferramentas citadas?

Sim. O autor menciona PostHog (analytics, replays e experimentos), Hotjar para replays, GrowthBook e VWO para testes, e Userbrain no lugar do UserTesting, que ficou bem mais caro. Para analytics, cita ainda dashboards próprios com Claude e Segment para eventos.

Por que o autor recomenda comprar uma ferramenta de guias no produto?

No Wistia, a equipe construiu checklists e popups por conta própria. Funcionou, mas demorou e sofreu com code decay, quando o código lançado quebra por mudanças ao redor. No Postscript, a escolha foi comprar o Pendo para ter guias, checklists e rotas de onboarding.

Fontes

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Categoria
CEVIU Gestão de Produtos
Publicado
23 de outubro de 2026
Editoria
CEVIU Gestão de Produtos

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