
O Google manifestou sua oposição a medidas amplas de bloqueio de sites de pirataria pela Comissão Europeia, argumentando que métodos como DNS, IP e VPN são ineficazes e passíveis de atingir serviços legítimos. A postura da gigante tecnológica emerge enquanto legisladores nos Estados Unidos intensificam a discussão sobre propostas de bloqueio de sites, reacendendo o debate após a decisão do caso Cox v. Sony e uma audiência recente do subcomitê de Propriedade Intelectual da Câmara. A questão levanta preocupações estratégicas sobre a governança da internet e a liberdade de acesso, com implicações diretas para a arquitetura de sistemas e a compliance de plataformas digitais.





