O vivo V80 estreou em mercados globais no mês passado, e a empresa agora parece se preparar para lançar o V80 FE. O aparelho apareceu no site oficial da vivo nas Filipinas, o que indica um lançamento iminente. A listagem revelou as especificações completas. O design é semelhante ao do V80 padrão, mas com uma câmera traseira a menos. O smartphone traz o chipset MediaTek Dimensity 7400-Turbo, com até 8GB de RAM LPDDR4X e 256GB de armazenamento UFS 3.1. A tela é AMOLED de 6,59 polegadas, com taxa de atualização de até 120Hz, brilho de pico de até 3.000 nits e leitor de impressão digital sob a tela. Na traseira, há câmera principal de 50MP e ultrawide de 50MP; a frontal também tem 50MP. A bateria é de 7.000mAh, com carregamento rápido com fio de 90W. O aparelho roda o OriginOS 7, baseado no Android 17, e tem classificação IP69. A vivo ainda não divulgou preço e disponibilidade. Quando chegar, o V80 FE será oferecido nas cores Chill Green e Sparkling Gold.

O Google está experimentando uma mudança pequena, mas importante, no Wear OS: a adição de uma status bar, semelhante à dos celulares Android. Uma versão de teste do recurso foi incluída no emulador canary do Wear OS 7.1, e a empresa pede que desenvolvedores testem e enviem feedback. A barra exibe a hora atual e o indicador de status mais importante no topo da tela. Quando há vários indicadores, só o de maior prioridade aparece. Como o espaço de tela é precioso em um smartwatch, o Google criou formas de evitar desperdício: a barra some quando o usuário rola uma lista e só volta após dois segundos de inatividade. Diálogos em tela cheia, como pop-ups de alerta, também a ocultam, e a interface evita mostrar a hora duas vezes caso a tela já tenha um relógio. Desenvolvedores podem esconder a barra em telas específicas dos apps se precisarem de mais espaço. O Google lista como benefícios a consistência visual (tipografia, posição e backplate uniformes do relógio no sistema e nos apps), os indicadores de status do sistema (como microfone ativo, localização, conectividade ou bateria, com um ícone por vez conforme a prioridade) e a coordenação automática de scroll e transições, que, com o Jetpack Compose for Wear OS 1.8, oculta a barra durante a rolagem e a exibe de novo após 2 segundos de inatividade. Segundo a GSMArena, trata-se apenas de um experimento: o recurso não estará nem no emulador padrão do Wear OS 7.1, somente na build canary, e não deve chegar à versão final do Wear OS 7.1 para relógios. A publicação avalia que o Google pretende incluí-lo no Wear OS 8, caso os desenvolvedores não rejeitem a mudança. Quem desenvolve pode consultar a fonte para saber mais sobre as alterações em AppScaffold e ScreenScaffold.
A Apple realizou hoje a teleconferência de resultados do quarto trimestre fiscal de 2026, a primeira de John Ternus como CEO, ao lado do CFO Kevan Parekh e do COO Sabih Khan. Entre os temas estiveram vendas do iPhone Duo, a Siri AI e o aumento nos custos de memória. Após a divulgação, Ternus disse à Reuters que a Apple não consegue atender à demanda pelo iPhone Duo e que não há previsão de quando oferta e demanda se equilibrarão. Ele reconheceu problemas de tela e afirmou que uma "porcentagem muito pequena" das unidades foi devolvida. Ternus reiterou os planos de impor limites de uso a recursos de IA processados em servidor, como a Siri AI e a edição de fotos. Quem precisar de mais capacidade poderá comprar acesso ampliado, mas ainda não há informações de preço nem detalhes sobre os limites de cada plano do iCloud+. Questionado sobre consumo de tokens, Parekh disse que ainda é cedo para saber quanto é processado no dispositivo e quanto passa pelo Private Cloud Compute. Segundo ele, no dispositivo não há custos relevantes, mas no servidor existem custos de inference, e a empresa está nos estágios iniciais de entender essa composição e os requisitos adicionais de compute. Ternus afirmou que a Apple tem espaço para ampliar as capacidades da Siri ao longo do tempo e que quer que os usuários saibam a que os agentes de IA têm acesso. Para ele, as capacidades agentic são ferramentas promissoras, desde que feitas de modo a proteger segurança e privacidade. Ele disse ainda que o foco em privacidade diferencia a Apple de outros provedores de IA, já que a Siri pode acessar dados pessoais no iPhone sem que nem a Apple tenha acesso a eles. Sobre uma possível fusão entre iOS e macOS, diante do MacBook Pro com tela touch, Ternus disse que a Apple busca fazer a melhor versão de cada produto e adicionar recursos como Handoff entre dispositivos, mas não planeja mudanças fundamentais. A receita na Grande China cresceu 21% no trimestre, um recorde trimestral, impulsionada principalmente por iPhone e Mac. A Apple tem mais de 2,5 bilhões de dispositivos ativos. Ternus classificou a situação da memória como "sem precedentes" e disse que a Apple espera custos de memória ainda maiores no trimestre de dezembro. Aumentos de preço em junho e setembro compensaram parte da alta, assim como custos menores de alguns componentes e o estoque carregado de períodos anteriores. Após o trimestre de dezembro, a Apple acredita que os preços de memória continuarão subindo. iPhone, iPad e Mac tiveram restrições de oferta no trimestre de setembro.
O HomeView, novo hub de casa inteligente da Apple, não tem App Store, mas consegue executar alguns apps de áudio e vídeo de terceiros que oferecem suporte ao CarPlay. O dispositivo pode espelhar automaticamente esses apps a partir de um iPhone pareado nas proximidades, sem exigir nenhuma modificação no app. Em um vídeo compartilhado no Mastodon, Steve Troughton-Smith, desenvolvedor do app Broadcasts, mostrou como o Spotify aparece em um HomeView virtualizado. O texto também lista os apps nativos da Apple no HomeView e os apps do iPhone compatíveis com CarPlay, entre eles os apps de áudio e vídeo de terceiros compatíveis, como o Spotify. O HomeView está em pré-venda e tem lançamento previsto para sexta-feira, 13 de novembro.

Enquanto a Motorola ainda não revela por completo o Signature 27, seu próximo smartphone topo de linha, a empresa fez parceria com Danny Winget para um vídeo promocional exclusivo de hands-on com o aparelho. O Signature 27 terá duas cores confirmadas, Pantone Coal Smoke e Pantone Capulet Olive, e áudio assinado pela Bang & Olufsen, como a empresa já havia anunciado. A tela é de 6,8 polegadas, da linha Extreme AMOLED Duo, com painel LTPO Tandem OLED e taxa de atualização de 120Hz. O brilho chega a 12.000 nits, mas apenas em áreas de cobertura muito pequena. O tamanho da bateria ainda é desconhecido, mas o chipset Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 está confirmado, combinado com até 16GB de RAM LPDDR5X e até 1TB de armazenamento UFS 4.1. O aparelho também traz uma câmara de vapor 40% maior (provavelmente em relação ao Signature original, embora isso não seja informado). Roda Android 17, com promessa de sete anos de atualizações do sistema. Na traseira são quatro câmeras: principal de 50MP com sensor Sony Lytia 910 com tecnologia LOFIC, teleobjetiva periscópica de 200MP com zoom digital de até 100x, ultrawide de 50MP e um sensor dedicado de ação, voltado a congelar objetos em movimento rápido nas fotos. A Motorola lançará o Signature 27 em 5 de novembro.
A Apple divulgou os resultados do quarto trimestre fiscal de 2026, equivalente ao terceiro trimestre do ano calendário. O período incluiu lançamentos de produtos em agosto e setembro e a transição de CEO de Tim Cook para John Ternus, em 1º de setembro. A receita foi de US$ 114,5 bilhões, e o lucro líquido, de US$ 30,7 bilhões (US$ 2,10 por ação diluída). Um ano antes, eram US$ 102,5 bilhões e US$ 27,5 bilhões (US$ 1,85 por ação). A margem bruta ficou em 47,9%, ante 47,2%. A empresa declarou dividendo trimestral de US$ 0,27 por ação, a ser pago em 16 de novembro a acionistas registrados até 12 de novembro. Houve recordes para um trimestre de setembro em receita total, receita do iPhone e lucro por ação, além de recorde histórico na receita de Services. No ano fiscal completo, foram US$ 478,8 bilhões em vendas e US$ 132,2 bilhões de lucro líquido, acima dos recordes do ano fiscal de 2025 (US$ 416,2 bilhões e US$ 112,0 bilhões). Na comparação anual por produto, a receita do Mac subiu 23,7%, a do iPhone 17,5% e a de Services 9,8%, enquanto Wearables caiu 7,9% e iPad 10,4%. Por região, Greater China avançou 21,0%, o restante da Ásia-Pacífico 15,0%, a Europa 11,5% e as Américas 10,2%, com queda de 1,4% no Japão. Segundo o CFO Kevan Parekh, a base instalada de dispositivos ativos atingiu máxima histórica em todas as principais categorias e regiões. As ações recuavam cerca de 0,25% no after-hours, depois de cair 1,8% no pregão regular.
A Apple publicou um documento de suporte com orientações para quem ainda vê o Apple Watch marcando uma hora de diferença após a mudança do horário de verão. Segundo a empresa, o horário incorreto aparece apenas no Always On display, com o pulso abaixado. Ao ativar a tela com um toque ou levantando o pulso, o relógio mostra a hora correta. Para resolver, a Apple recomenda trocar para outro mostrador e depois voltar ao anterior, ou reiniciar o relógio. O MacRumors já havia relatado que usuários de Apple Watch na Europa foram afetados de forma semelhante quando os relógios foram atrasados por lá, semanas atrás. Nos Estados Unidos, os relógios foram atrasados na maior parte do país no domingo, 1º de novembro.

Em 2010, Steve Jobs afirmou sobre notebooks com touchscreen: "Fizemos muitos testes com usuários e descobrimos que não funciona. Superfícies de toque não querem ficar na vertical. Elas rendem uma ótima demonstração, mas após pouco tempo você começa a sentir fadiga e, depois de um período prolongado, seu braço quer cair. Não funciona. É ergonomicamente terrível." Dezesseis anos depois, a Apple anunciou seus primeiros notebooks do tipo: os MacBook Pro com telas PROLED XDR. A GSMArena pergunta aos leitores se concordam com Jobs ou com John Ternus e equipe. A Apple não está sozinha: alguns Microsoft Surface têm touchscreen, assim como muitos notebooks Windows on ARM e x86. Ternus foi nomeado Vice President of Hardware Engineering em 2012 e depois supervisionou a transição dos Macs de chips Intel para Apple silicon. Segundo o texto, os novos MacBooks podem ter sido projetados antes de ele assumir o cargo de CEO no lugar de Tim Cook, mas as novas telas OLED sensíveis ao toque levam a marca dele. A enquete questiona se Jobs estava certo ao chamar essas telas de ergonomicamente terríveis, ou se elas só fazem sentido em notebooks com dobradiça de 360° (que os MacBooks não têm) ou em 2-in-1 conversíveis.

Na parte 1 do relato com o Vivo X500 Pro Max no Brasil, o autor passou por Salvador, Recife e Olinda. Na parte 2, ele segue para o sul: voa até o Rio, pega um ônibus pela Costa Verde até São Paulo e faz uma parada em Paraty. Sobre os voos domésticos, diz que lembram a época anterior ao 11 de setembro: é preciso tirar o laptop da bolsa de mão, mas ninguém se interessa por líquidos ou baterias. Sua bagagem de mão, com equipamentos de tecnologia e várias garrafas de água, passou por quatro voos sem inspeção de perto e sem scanners CT modernos. Se isso é vantagem em segurança, é discutível, mas foi um alívio frente aos procedimentos rígidos de outros países. Ele afirma ainda que Latam, GOL e Azul oferecem ao menos um serviço básico na classe econômica, como lanche e bebida sem álcool, mesmo nas de baixo custo. Sobre o Rio de Janeiro, o autor diz ter ficado um pouco decepcionado, principalmente pelo clima: a cobertura densa e quase constante de nuvens inviabilizou as vistas clássicas do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar. Recomenda comprar ingressos online, mas alerta para o risco de pegar tempo ruim e considerou burocrático o processo de troca. Para a melhor vista da cidade, sugere procurar outro mirante atrás desses pontos, desde que a visibilidade esteja boa. Com a chuva, usou bastante o estilo preto e branco do app de câmera, que captura melhor o clima sombrio. Um pôr do sol inesperado foi registrado do último andar do hotel com o teleconversor da Vivo. O autor sente falta do botão de câmera do Vivo X200 Ultra. Ele critica o botão de atalho dos flagships da Vivo desde o Vivo X300 Pro: além da posição, relata que, se configurado para abrir o app de câmera, o botão troca de modo e inicia a gravação de vídeo quando pressionado com o app aberto, intencionalmente ou não. Pode ser um simples bug, mas o incomoda, já que costuma apoiar o aparelho em grades para estabilizar. Para ele, é um mistério esse problema, somado ao app de câmera sobrecarregado em alguns aspectos.

Nos testes do Canaltech, o Motorola Razr Fold mostrou que um dobrável também pode ter boa duração de bateria. O aparelho passou mais de um dia longe da tomada e terminou o período com 15% de carga. No teste controlado, de quatro horas de reprodução de vídeos no YouTube, o consumo foi de apenas 20%. Nesse ritmo, a projeção seria de cerca de 20 horas de reprodução com uma única carga, mas o Canaltech ressalta que se trata de uma projeção matemática, já que o celular não foi usado até a bateria acabar. No uso real, o primeiro dia de teste, em 23 de setembro, começou às 6h13 com 100% e terminou às 20h33 com 60%, após 14 horas e 20 minutos longe do carregador, com uso de aplicativos como Positivo Casa Inteligente, TikTok, Instagram e Threads. O melhor resultado veio entre 24 e 25 de setembro: o aparelho ficou 28 horas e 29 minutos sem carregar, com consumo de 85%, e chegou aos 15% às 10h47 do dia 25. O Canaltech observa que esse tempo inclui períodos de inatividade, como a madrugada, e não corresponde ao tempo de tela ligada.