O ChatGPT Dot passou a se comunicar por iMessage e RCS. Com isso, o usuário pode atribuir tarefas, enviar fotos ou mensagens de voz e receber atualizações proativas sem precisar abrir o ChatGPT. O Dot usa o contexto das conversas no ChatGPT e dos canais conectados para decidir onde cada atualização deve aparecer. Também é possível configurar para que só informações urgentes cheguem por mensagem de texto, enquanto as aprovações continuam acontecendo dentro do ChatGPT. Na prática, a interação sai do app dedicado e vai para o canal de mensagens que a pessoa já usa. O beta está disponível, por enquanto, apenas para usuários do ChatGPT Pro nos EUA. Há suporte a mensagens individuais, mas não a grupos, ligações telefônicas comuns ou FaceTime.
A Microsoft está redesenhando o Windows Security para que a interface fique alinhada ao restante do Windows 11, trocando layouts e elementos visuais que ainda parecem herdados de uma geração anterior do sistema. Navegação, tipografia, espaçamento, cores, controles, caixas de diálogo e indicadores de status estão sendo modernizados, e os layouts passam a se adaptar de forma mais consistente a diferentes tamanhos de janela. A atualização também melhora a forma como o status de segurança e as ações disponíveis são comunicados. Em PCs gerenciados compatíveis, as informações do dispositivo serão carregadas progressivamente, para que os detalhes úteis apareçam mais cedo.
O Fitbit Edge traz a maior e mais brilhante tela Hybrid OLED já usada em um tracker da marca, combinada a um botão lateral tátil que permite controle rápido durante o treino, mesmo com os dedos suados. O chassi levemente curvo, feito de alumínio 100% reciclado, mantém os sensores rente ao pulso para monitorar frequência cardíaca e sono 24 horas por dia, 7 dias por semana. O conjunto inclui quatro acabamentos, quatro estilos de pulseira redesenhados e até sete dias de bateria.
De apps de notas a bancos, produtos entregam o mesmo painel de chat de IA atrás de um ícone de sparkle, muitas vezes ativado por padrão e difícil de desligar. Segundo as projeções citadas, as grandes empresas de cloud devem gastar mais em capex do que faturam com cloud. Um estudo mencionado apontou ainda que 95% das empresas não viram retorno mensurável em pilotos de IA generativa. A saída proposta é construir funcionalidades com IA, e não funcionalidades de IA, e perguntar quem pediu aquilo, a que o nome faz referência e se o recurso sobrevive desativado por padrão.
Ao trabalhar com agentes de IA, o autor deixa de memorizar cada detalhe do design system que constrói. A mudança exige tornar os sistemas legíveis para LLMs: o conhecimento precisa migrar da cabeça do designer para o próprio sistema, por meio de nomenclatura explícita, documentação atualizada e regras de composição. Os agentes não podem depender de contexto informal nem de histórico não escrito. Entender por que o sistema funciona continua importante, mas ter menos inventário na cabeça é uma troca que vale a pena se o sistema souber mais sobre si mesmo.
O Figma captura apenas parte do comportamento codificado nos componentes de produção. Quando os designs são traduzidos direto em código, a IA acaba inventando o que falta: ordem de foco, estados de erro, comportamento de acessibilidade e tratamento de falhas. A proposta do guia é inverter o workflow: o código vira a fonte da verdade e o Figma, seu espelho visual. Com IA e MCP, tokens, estilos, propriedades, variantes e estados reais saem de um repositório e chegam a uma biblioteca de design utilizável. O Storybook dá aos designers uma visão visual do sistema em produção, e documentar de forma explícita o que não pode ser representado no Figma ajuda a manter a paridade, em vez de deixar diferenças invisíveis se acumularem.
Arte tem menos a ver com transmitir emoção a um público e mais com capturá-la: afinal, um pintor sozinho em seu ateliê continua fazendo arte. Comparar suas habilidades com as de outras pessoas pode ajudar, mas evoluir como artista é um processo pessoal, já que ninguém consegue dar voz aos sentimentos de alguém como essa própria pessoa.
Skills de agentes podem ser tratadas como apps cujas interfaces são escritas, em grande parte, por meio de instruções. Nesse cenário, tanto a pessoa que invoca a skill quanto a IA que a interpreta atuam como usuárias. Criar uma skill bem-acabada exige muitas práticas de design já conhecidas: encontrar a forma certa, refinar o copy, criar um sistema visual, antecipar o uso repetido, oferecer customização significativa e testar em diferentes contextos. Instruções precisas importam porque, diante de direções vagas, os agentes recorrem a padrões familiares. Por isso, as skills são um bom lugar para codificar contexto, trade-offs, intuição e bom gosto, algo que prompts isolados não conseguem comunicar de forma confiável.
Um goblin presunçoso, um demônio albino, um chimpanzé adolescente e um elfo sombrio ilustram o realismo marcante do trabalho do artista 3D australiano Tom Newbury.
O artista 3D Calder Moore, de Vancouver, constrói cenários que misturam florestas bioluminescentes, flora luminosa, monólitos imponentes e sistemas planetários surreais. As cenas se passam sob céus ao crepúsculo ou estrelados.