
O Google Earth surpreendeu ao lançar um recurso de IA que permitia aos usuários gerar imagens personalizadas de qualquer local com o Nano Banana 2, utilizando dados de satélite, aéreos e modelos 3D. A ferramenta prometia revolucionar áreas como visualização histórica, educação, mercado imobiliário e planejamento urbano, ao possibilitar a criação de infográficos e até projeções futuristas de cidades. Contudo, a funcionalidade foi rapidamente descontinuada no dia seguinte, após a identificação de imagens que, apesar de discretas e com marca d'água, pareciam infringir as políticas da empresa, gerando um debate sobre os limites e responsabilidades da IA na criação de conteúdo.



